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MinC anuncia aporte no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

 


8.11.2018 - 16:59  

Do aporte do MinC de R$ 224 mil, R$ 140 mil serão para a realização do seminário e exposição ‘Aclamação de D. João VI no Rio de Janeiro'. Foto: Clara Angeleas (Ascom/MinC) 
 

Nesta quarta-feira (7), o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, participou da cerimônia que celebrou o 180º aniversário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), no Rio de Janeiro (RJ). Entre outras ações, foi anunciado convênio com o IHGB voltado para as celebrações dos 200 anos da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 2022. Essa será a primeira exposição do instituto realizada em parceria com o Ministério da Cultura (MinC).

Na solenidade, o ministro fez o anúncio do aporte de R$ 224 mil do Ministério da Cultura (MinC) à entidade. Deste montante, R$ 140 mil são para a realização do seminário e exposição ‘Aclamação de D. João VI no Rio de Janeiro'. Os R$ 84 mil restante serão aplicados, exclusivamente, em atividades de preservação da memória histórica e geográfica brasileira. Até 2022, deverão ser realizados dois eventos por ano, entre seminários, exposições ou outras atividades.

Para o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, o anúncio de recursos para o IHGB é parte de um processo de valorização de uma instituição quase bicentenária, que presta relevantes serviços ao País. "É digno de celebração chegar aos 180 anos como instituição atuante, pulsante que cumpre os seus objetivos estatutários com louvor, possibilitando às novas gerações o contato com a história. A história do IHGB se confunde com a história do Brasil", ressaltou.

Estiveram presentes na celebração dos 180 anos do IHGB associados e representantes de institutos, estaduais e nacionais, acadêmicos e de patrimônio, além do o cônsul geral adjunto de Portugal, João de Deus.

Obra de arte

No evento foi informada a aquisição, por parte do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), entidade vinculada do MinC, do óleo sobre tela "Barão e Baronesa de Nova Friburgo", do pintor alemão Emil Bauch. O quadro, de 1867, retrata a família do barão do café Antônio Clemente Pinto, primeiro morador do Palácio do Catete, hoje Museu da República.

O obra de Bauch foi adquirida pelo Instituto Histórico Geográfico Brasileiro (IHGB) em 1920. Em 1974, foi cedida ao Museu da República, onde está em exposição permanente até hoje. A aquisição do quadro é parte de um processo de regularização de posses de obras do Instituto Brasileiro de Museus. Ela foi avaliada em R$ 500 mil e será comprada pelo valor de R$ 450 mil.

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura