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Museu Nacional de Belas Artes celebra 81 anos de criação

 

 

 

13.01.2018 - 16:10   

Sérgio Sá Leitão, Mônia Xexéo e Marcelo Mattos Araújo prestigiam celebração de 81 anos do MnBA (acima), que contou com homenagens a ex-diretores e funcionários. Entre os agraciados, está Lygia Costa, de 103 anos (abaixo). Fotos: Camila Gomes / Ascom MinC.  
 

O Museu Nacional de Belas Artes (MnBA), administrado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), comemorou 81 anos de criação neste sábado (13) com uma celebração no Rio de Janeiro (RJ). Com a participação do ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão; do presidente do Ibram, Marcelo Mattos Araújo; e da diretora do MnBA, Mônica Xexéo; o evento prestou homenagem a personalidades que contribuíram de forma relevante para a preservação da arte, do patrimônio e da cultura brasileira. O Ibram é uma das sete instituições vinculadas ao Ministério da Cultura (MinC).

Com o Diploma Quirino Campofiorito, entregue desde 2011 pelo museu, foram agraciados ex-diretores da instituição e funcionários do museu. Dentre os homenageados, destacou-se a mais antiga funcionária do Museu, dona Lygia Martins Costa, que completou 103 anos recentemente. "É gratificante ter uma personalidade como dona Lígia na Cultura. Ela desempenhou um importante trabalho no Museu e continua lúcida, com pensamentos contemporâneos sobre a Cultura e o patrimônio", afirmou o ministro da Cultura.

Sá Leitão destacou a nova etapa da revitalização do Museu e elogiou o acervo do local. "Convido todos os brasileiros e brasileiras a virem ao Museu e desfrutarem desse acervo incrível de arte brasileira, que expõe artes sobre a nossa história ao longo dos séculos, chegando até a contemporaneidade. É uma experiência que certamente engrandecerá o repertório e a sensibilidade de todos", disse.

Reinvenção do Rio de Janeiro

Também integrou as comemorações dos 81 anos a abertura de duas novas exposições, entre elas, A reinvenção do Rio de Janeiro: Avenida Central e a Memória Arquitetônica do MNBA. Cerca de 60 peças, entre pinturas, documentos, objetos, gravuras e fotografias, compõem a exposição que se propõe a resgatar parte da história do museu criado em 1937 e aberto ao público a partir de 1938. A curadoria dos técnicos do museu dividiu a exposição em três núcleos: as origens do museu, abordando o papel seminal da Academia Imperial de Belas Artes; a modernização da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco), a partir de 1904; e, por último, o protagonismo do MNBA no cenário nacional e internacional. O aspecto da preservação também integra a mostra, ao abordar a restauração do prédio que sedia o museu – inaugurado há 110 anos.

O Espaço da Arte

Em processo de reformulação, a Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea fará uma prévia do que está por vir com a exposição O Espaço da Arte. Estarão à mostra 51 obras da coleção MnBA, reunindo trabalhos de artistas que impactaram as artes visuais brasileiras a partir do século XX. Optando pela abordagem da espacialidade na obra de arte, os curadores da exposição lembram que suas transformações ao longo do século passado foram essenciais para se entender as mudanças visuais e conceituais que geram conseqüências no fazer de hoje.


O Museu Nacional de Belas Artes

Localizado na Cinelândia, no Rio de Janeiro (RJ), o MnBA abriga a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de setenta mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros. Ao percorrer suas galerias, o visitante pode vislumbrar, como em poucos espaços culturais do país, a história das artes plásticas no Brasil desde os seus primórdios até a contemporaneidade. Ocupando atualmente uma área de 17.000 m2, o Museu constitui-se num vigoroso centro irradiador de conhecimento e divulgação da arte brasileira.

Assessoria de Comunicação

Com informações do Instituto Brasileiro de Museus
Ministério da Cultura