Dia do Ministro

« Voltar

Em visita à Escola Britânica de Artes Criativas, ministro debate importância do setor criativo para economia

 

4.10.2017 - 10:33  
Ministro Sérgio Sá Leitão (segundo da direita para a esquerda) visitou a sede da Escola Britânica de Artes Criativas (Foto: Acácio Pinheiro/Ascom MinC)
 
 
A importância da formação e da capacitação para consolidação da economia criativa foram destacadas pelo ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, durante visita à sede da Escola Britânica de Artes Criativas (Ebac), nessa terça-feira (3), em São Paulo. Acompanhado do presidente da escola, Maurício Tortosa, e dos cofundadores Alex Avramov e Rafael Steinhauser, Sá Leitão conheceu as instalações da Ebac, que oferece cursos de arte, design, cinema, animação e games. 
 
Sá Leitão ressaltou que a contribuição do setor criativo para a economia é uma das principais preocupações de sua gestão. "O grande desafio do MinC é impulsionar, promover e fomentar os setores criativos da sociedade brasileira. Nós estamos falando de um conjunto de atividades que constituem uma vocação do Brasil. Há poucos países no mundo com o mesmo grau de diversidade e potência", destacou.
 
De acordo com o ministro, o setor cultural já tem um peso econômico muito significativo, respondendo hoje por 2,64% PIB brasileiro, gerando um milhão de empregos diretos, com cerca de 200 mil empresas. "Sem dúvida é um front de desenvolvimento para o País", afirmou.
 
O ministro destacou os diversos instrumentos de fomento cultural mantido pelo Ministério da Cultura e que, em sua gestão, poderão ser aprimorados. A Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) foram alguns dos mecanismos citados. Para o ministro, seria fundamental criar endowments – fundos patrimoniais permanentes – com incentivos fiscais, o que atualmente não é previsto em lei. "Com esses incentivos, os endowments se tornarão muito mais atraentes para empresas e para doadores privados, para que possam transferir recursos que ajudem a manter essas instituições. Nossa expectativa é que isso consiga ser feito por meio da Lei de Incentivo à Cultura".
 
Em conversa com o presidente da Ebac, o ministro afirmou ainda que as atividades da economia criativa são altamente geradoras de valor adicionado e empregadoras, o que torna o setor estratégico no contexto da economia pós-industrial. O FSA, administrado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), vinculada ao Ministério da Cultura, é um poderoso instrumento de estímulo e de investimento do campo do audiovisual. Anualmente são cerca de R$ 700 milhões de investimentos.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura