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	<title>Cultura - Artigos</title>
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<title>Diversidade Digital e Cultura, por Sérgio Amadeu e Associados</title>
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<summary type="text/plain">Este é um texto para ser levado ao &amp;quot;Seminário Internacional sobre Diversidade Cultural: práticas e perspectivas&amp;quot;, organizado pelo Ministério da Cultura em parceria com a Organização dos Estados Americanos, que ocorrerá no final de junho, em Brasília. Este seminário tratará de discutir e indicar proposições para implementar a Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, da UNESCO, aprovada em 20 de outubro de 2005.
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<dc:subject>Diversidade Digital e Cultura, por Sérgio Amadeu e Associados</dc:subject>
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<author><name>Administrador</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
<id>tag:cultura,2005:codigo:27419</id>
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<title>Cultura digital: para além da fragmentação, por Fábio Malini</title>
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<created>2007-06-12T04:56:11+00:00</created>
<summary type="text/plain">A profusão da riqueza da diversidade da cultura digital faz minar, a cada dia, o quase finado conceito de homogeneização, proveniente da sociedade de massa. Na verdade, se há um traço peculiar no interior da cultura digital é o fato dela nascer e se desenvolver para arrebentar, de uma vez por todas, qualquer resquício da cultura de massa. Em especial, fazer com que toda e qualquer tentativa de docilização dos corpos e mentes seja espinafrada através de mobilizações nas redes virtuais.
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<dc:subject>Cultura digital: para além da fragmentação, por Fábio Malini</dc:subject>
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<author><name>Administrador</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
<id>tag:cultura,2005:codigo:27232</id>
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<title>Biopolítica e Biopotência no coração do Império, por Peter Pàl Pelbart</title>
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<summary type="text/plain">Não sei o quanto as poucas páginas de Kafka sobre a Muralha da China refletem a paranóia do Império contemporâneo, com suas estratégias frustradas para proteger-se dos excluídos que ele mesmo suscita, cujo contingente não pára de aumentar no coração da capital, numa vizinhança de intimidação crescente e num momento em que, como diria Kafka, sofre-se de enjôo marítimo mesmo em terra firme. Não sei o quanto os nômades de Kafka, na sua indiferença ostensiva em relação ao Império, não podem ajudar a pensar a lógica da multidão. Seja como for, em Kafka uma ironia fina vai solapando a solene consistência do Império.</summary>
<dc:subject>Biopolítica e Biopotência no coração do Império, por Peter Pàl Pelbart</dc:subject>
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<author><name>Administrador</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
<id>tag:cultura,2005:codigo:20760</id>
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<title>Declaração de Independência do Ciberespaço, por John Perry Barlow</title>
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<created>2006-10-30T11:04:16+00:00</created>
<summary type="text/plain">Nos primeiros tempos da Internet, havia um sentimento de que ela nos dava a liberdade de fazer as coisas independentemente dos governos e da legislação do país. De fato, em fevereiro de 1996, John Perry Barlow, um ativista de Internet, publicou a “Declaração de Independência do Ciberespaço”, na qual instava os governos a manterem-se afastados da rede, declarando: “O espaço cibernético não se limita a suas fronteiras.”
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<dc:subject>Declaração de Independência do Ciberespaço, por John Perry Barlow</dc:subject>
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<author><name>Administrador</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
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<title>O conteúdo morreu? , por Marcelo Coutinho</title>
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<summary type="text/plain">Marcelo Coutinho, diretor-executivo do IBOPE Inteligência e professor da Fundação Cásper Líbero, analisa os desafios e oportunidades da produção digital coletiva.
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<dc:subject>O conteúdo morreu? , por Marcelo Coutinho</dc:subject>
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<author><name>Administrador</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
<id>tag:cultura,2005:codigo:19633</id>
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<title>A era da intercomunicação, por Manuel Castells</title>
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<created>2006-08-18T12:29:57+00:00</created>
<summary type="text/plain">Por que os blogs, o RSS e outras tecnologias podem mudar os padrões de informação com que a humanidade se acostumou há séculos. O que isso tem a ver com a crise da política tradicional e a possibilidade de uma alternativa </summary>
<dc:subject>A era da intercomunicação, por Manuel Castells</dc:subject>
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<author><name>Administrador</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
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<title>Nós Declaramos Lealdade ao Pinguim</title>
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<summary type="text/plain">Publicado pela primeira vez na revista americana Wired, este artigo aponta o Brasil como principal nação pró-software livre do mundo, movimento que tem como ícone o pingüim da Linux. O motivo da vanguarda: nossa cultura mais arraigada. Apresenta uma análise íncrivel da trajetória do ativismo digital nacional, e sua contenda com as forças armadas da propriedade intelectual, desde o tempo da quebra das patentes dos remédios de aids com o então ministro José Serra, passando pela chegada do Creative Commons ao país, até a trombada do Sergio Amadeu com a Microsoft pela implantação do software livre no governo brasileiro. Por Julian Dibbell
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<dc:subject>Nós Declaramos Lealdade ao Pinguim</dc:subject>
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<author><name>Coordenação Web</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
<id>tag:cultura,2005:codigo:16063</id>
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<title>O Impacto da Sociedade Civil (des)Organizada: Cultura Digital, os Articuladores e Software Livre no Projeto dos Pontos de Cultura do MinC</title>
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<created>2006-02-23T01:24:21+00:00</created>
<summary type="text/plain">O objetivo deste artigo, mais do que apresentar um estudo de caso, é delinear o contexto no qual alguns grupos relacionados à cultura digital e ao ativismo eletrônicos, e as ideologias os cercam, estruturaram-se para influenciar projetos do Ministério da Cultura Brasileiro.</summary>
<dc:subject>O Impacto da Sociedade Civil (des)Organizada: Cultura Digital, os Articuladores e Software Livre no Projeto dos Pontos de Cultura do MinC</dc:subject>
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<author><name>Coordenação Web</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
<id>tag:cultura,2005:codigo:14167</id>
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<title>O novo valor econômico: a ATENÇÃO, por Jorge Nascimento Rodrigues com Michael Goldhaber</title>
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<summary type="text/plain">A economia da atenção - não a informação - é a economia natural do ciberespaço. Cativar a atenção é o mecanismo de ouro para criar valor na nova economia emergente. Um físico teórico californiano prepara um livro polémico sobre o assunto, depois da revista «Wired» ter feito eco da estranha teoria económica.
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<dc:subject>O novo valor econômico: a ATENÇÃO, por Jorge Nascimento Rodrigues com Michael Goldhaber</dc:subject>
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<author><name>Coordenação Web</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
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<title>Vendendo Vinho Sem Garrafas, por John Perry Barlow</title>
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<summary type="text/plain">'A lei da propriedade intelectual não pode ser emendada, retroadaptada ou expandida para conter os gazes da expressão digitalizada, como se pudéssemos adaptar a lei que rege a propriedade de terras e bens imóveis aos problemas da alocação do espectro de ondas do rádio (Que parece ser o que está sendo feito!). Temos que desenvolver um conjunto de regras inteiramente novo para esse inteiramente novo conjunto de circunstâncias.'
</summary>
<dc:subject>Vendendo Vinho Sem Garrafas, por John Perry Barlow</dc:subject>
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</div>]]>
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<author><name>Coordenação Web</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
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<title>Gerenciamento digital de direitos (DRM*) - ESQUEÇAM!, por Cory Doctorow</title>
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<created>2004-06-17T11:07:37+00:00</created>
<summary type="text/plain">Palestra originalmente proferida para o Grupo de Pesquisa da Microsoft (Microsoft's Research Group) e outras partes interessadas (internas à companhia) no seu escritório em Redmond em 17 de Junho de 2004 -- (*) DRM - Digital Rights Management - Gerenciamento de Direitos Digitais é um termo guarda-chuva para inúmeros arranjos pelos quais o uso de conteúdo sob a proteção de copyright pode ser restringido pelo proprietário dos direitos. As tratativas atuais detêm-se na discussão dos TPMs (Technical Protection Measures - Medidas Técnicas de Proteção) - ou seja, dispositivos instalados no hardware, por força de leis criadas pelo lobby da indústria de conteúdo, com a finalidade de mutilar as possibilidades inovadoras de seu computador pessoal. (Wikipedia) Exs.: 'Broadcast Treaty', 'Broadcast Flag', etc.
</summary>
<dc:subject>Gerenciamento digital de direitos (DRM*) - ESQUEÇAM!, por Cory Doctorow</dc:subject>
<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="pt-br" xml:base="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/cultura_digital/artigos/index.php?p=12771&amp;more=1&amp;c=1&amp;pb=1"> <![CDATA[ <div>Palestra originalmente proferida para o Grupo de Pesquisa da Microsoft (Microsoft's Research Group) e outras partes interessadas (internas &agrave; companhia) no seu escrit&oacute;rio em Redmond em 17 de Junho de 2004 -- (*) DRM - Digital Rights Management - Gerenciamento de Direitos Digitais &eacute; um termo guarda-chuva para in&uacute;meros arranjos pelos quais o uso de conte&uacute;do sob a prote&ccedil;&atilde;o de copyright pode ser restringido pelo propriet&aacute;rio dos direitos. As tratativas atuais det&ecirc;m-se na discuss&atilde;o dos TPMs (Technical Protection Measures - Medidas T&eacute;cnicas de Prote&ccedil;&atilde;o) - ou seja, dispositivos instalados no hardware, por for&ccedil;a de leis criadas pelo lobby da ind&uacute;stria de conte&uacute;do, com a finalidade de mutilar as possibilidades inovadoras de seu computador pessoal. (Wikipedia) Exs.: 'Broadcast Treaty', 'Broadcast Flag', etc.
</div>]]>
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<author><name>Coordenação Web</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
<id>tag:cultura,2005:codigo:12772</id>
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<title>O mito da interferência no espectro de rádio, por David Weinberger</title>
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<created>2003-03-30T06:25:16+00:00</created>
<summary type="text/plain">David Redd, arquiteto da Internet, explica como a má ciência criou a indústria televisiva: 'Há uma razão para nossas televisões terem mais poder de fogo do que nós, nos borrifando com trilhões de bites enquanto nós só respondemos com cômicos toques em nossos controles remotos. Para permitir que os sinais cheguem intactos, o governo tem que dividir o espectro de freqüências em faixas que depois licencia a particulares. É uma troca assimétrica que domina nossa cultura, economia e política -- só o rico e famoso pode divulgar suas mensagens -- e tudo baseado no fato que as ondas de rádio no seu indomado habitat interferem umas com as outras. Mas elas não fazem isso&amp;quot;.
</summary>
<dc:subject>O mito da interferência no espectro de rádio, por David Weinberger</dc:subject>
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</div>]]>
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<author><name>Coordenação Web</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
<id>tag:cultura,2005:codigo:12746</id>
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<title>A Catedral e o Bazar, por Eric S. Raymond</title>
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<modified>1998-11-12T07:36:21+00:00</modified>
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<summary type="text/plain">Eu analiso um projeto bem sucedido de código livre, o fetchmail, que foi executado como um teste deliberado de algumas teorias surpreendentes sobre a tecnologia de programação sugerida pela história do Linux. Eu discuto estas teorias nos termos de dois estilos fundamentais diferentes de desenvolvimento, o modelo 'catedral' da maior parte do mundo comercial contra o modelo 'bazar' do mundo do Linux. Eu mostro que estes modelos derivam de suposições opostas sobre a natureza da tarefa de depurar o software. Eu faço então um argumento sustentado na experiência do Linux para a proposição que 'Dados bastante olhos, todos os erros são triviais', sugiro analogias produtivas com outros sistemas auto-corrigíveis de agentes egoístas, e concluo com alguma exploração das implicações desta introspecção para o futuro do software.
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<dc:subject>A Catedral e o Bazar, por Eric S. Raymond</dc:subject>
<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="pt-br" xml:base="http://www.cultura.gov.br/foruns_de_cultura/cultura_digital/artigos/index.php?p=12650&amp;more=1&amp;c=1&amp;pb=1"> <![CDATA[ <div>Eu analiso um projeto bem sucedido de c&oacute;digo livre, o fetchmail, que foi executado como um teste deliberado de algumas teorias surpreendentes sobre a tecnologia de programa&ccedil;&atilde;o sugerida pela hist&oacute;ria do Linux. Eu discuto estas teorias nos termos de dois estilos fundamentais diferentes de desenvolvimento, o modelo 'catedral' da maior parte do mundo comercial contra o modelo 'bazar' do mundo do Linux. Eu mostro que estes modelos derivam de suposi&ccedil;&otilde;es opostas sobre a natureza da tarefa de depurar o software. Eu fa&ccedil;o ent&atilde;o um argumento sustentado na experi&ecirc;ncia do Linux para a proposi&ccedil;&atilde;o que 'Dados bastante olhos, todos os erros s&atilde;o triviais', sugiro analogias produtivas com outros sistemas auto-corrig&iacute;veis de agentes ego&iacute;stas, e concluo com alguma explora&ccedil;&atilde;o das implica&ccedil;&otilde;es desta introspec&ccedil;&atilde;o para o futuro do software.
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<author><name>Coordenação Web</name><email>josemurilo@gmail.com</email></author>
<id>tag:cultura,2005:codigo:12651</id>
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