Faleceu Tunga, o primeiro contemporâneo a expor no Louvre

06.06.2016 - 19:25 
 
É com pesar que o Ministério da Cultura recebe a notícia da morte de um dos maiores nomes das artes plásticas brasileiras. Antonio José de Barros Carvalho e Mello Mourão, conhecido como Tunga, faleceu nesta segunda-feira, dia 6,  aos 64 anos, no Rio de Janeiro, vítima de câncer.
 
Considerado um dos maiores nomes da arte contemporânea nacional, ele foi o primeiro brasileiro a ter uma obra exposta no museu do Louvre em Paris.
 
Pernambucano, radicado no Rio de Janeiro desde a década de 70, o artista foi um dos mais inventivos da sua época, autor de uma obra plástica que mesclava as vanguardas nacionais a um universo simbólico único, que se utilizava de ossos, crânios, dedais e agulhas.
 
No campo da escultura, usou materiais como cobre, aço e ímãs para arquitetar construções que lembrassem o corpo humano. O erotismo, enquanto forma de manifestação do instinto e do desejo, guiou grande parte de suas pesquisas estéticas.
 
Os mais sinceros sentimentos à família, aos amigos e admiradores de Tunga e de sua obra.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura