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GT da Pirataria promove primeira reunião nesta quinta-feira

 
 
5.10.2017 - 17:16  
Durante o encontro, o Grupo de Trabalho estabeleceu como uma de suas metas propor medidas educativas que combatam a pirataria (Foto: Janine Moraes/Ascom MinC)
 
 
O combate rigoroso à pirataria e a realização de um trabalho de conscientização de jovens foram debatidos durante a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) contra a Pirataria, coordenada pelo secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura (MinC), João Batista Silva. Criado pelo ministro Sérgio Sá Leitão na última reunião do Conselho Superior de Cinema (CSC), em agosto desse ano, o GT visa auxiliar a pasta e a Agência Nacional do Cinema (Ancine) na elaboração de políticas e ações de combate à pirataria.
 
A reunião contou com a presença de representantes da sociedade civil, de produtores de cinema e de outros órgãos governamentais, como os ministérios da Justiça e da Ciência e Tecnologia, além da própria Ancine, que terá a missão de executar as diretrizes definidas pelo grupo. 
 
Na avaliação do secretário, ficou muito clara a preocupação de todos os integrantes do GT com o avanço da pirataria. "Ela provoca não apenas danos financeiros, mas também viola os direitos autorais. Nosso objetivo é, ao final do GT, conseguir definir caminhos para poder minimizar esse impacto para o setor audiovisual brasileiro", afirmou João Batista Silva.
 
Durante o encontro, o Grupo de Trabalho estabeleceu como uma de suas metas propor medidas educativas que combatam a pirataria. "Chegamos ao consenso que a diminuição da pirataria está intimamente ligada à educação. Precisamos conscientizar a criança e o jovem sobre os males que a pirataria provoca. Por enquanto, essas crianças e adolescentes são apenas consumidores, mas em alguns anos serão compradores de conteúdo", justificou o secretário.
 
Titular do GT e representante de empresas de televisão por assinatura, José Francisco Araújo apresentou levantamento recente que avalia o impacto da pirataria no setor. Segundo ele, atualmente, há 3 milhões de domicílios com acesso clandestino à TV paga, cerca de 50% de usuários de internet acessam sites ilegais e as perdas tributárias chegam a R$ 1,2 bilhão por ano.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura