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Potencial econômico do RJ é destacado em workshop

03.10.2017 - 15:20   

"O Rio tem dois setores que são verdadeiras vocações: a economia criativa e o turismo", ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão (Foto: Acácio Pinheiro / Ascom MinC)
 
O Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, enfatizou o potencial econômico do programa Rio de Janeiro a Janeiro durante um workshop realizado para empresários na manhã desta terça-feira, na Sala Petrobras da Cinemateca Brasileira, em São Paulo. Durante o evento foram apresentadas, aos apoiadores presentes, as condições necessárias e a metodologia aplicada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a inclusão de novos eventos ao calendário do Rio de Janeiro a Janeiro. O conjunto de iniciativas do governo federal que permitirão o fortalecimento do programa ainda foram destacados.
 
De acordo com o ministro, o programa Rio de Janeiro a Janeiro integra uma série de medidas que possibilitarão ao País e, em especial, o Rio de Janeiro, sair de uma das maiores crises econômicas enfrentadas pelo Brasil em sua história recente. "Essa iniciativa tem o poder de diminuir os reflexos negativos que as dificuldades econômicas exerceram sobre a geração de emprego e renda no Rio de Janeiro. De cada dois brasileiros que ficaram desempregados durante a crise, um é cidadão fluminense", lamentou.
 
O programa, segundo o ministro, foi pensado em três eixos que já estão sendo executados pelo governo federal em um esforço conjunto com a sociedade civil. O primeiro eixo é voltado para a recuperação fiscal do estado e da cidade do Rio de Janeiro; o segundo, ao aumento da segurança pública; e o terceiro, à geração de emprego e renda e ao fomento de ações sociais. "A situação da segurança pública no Rio estava dramática. Com o apoio do governo, somente o roubo e furto de cargas caiu 50%. Até o final do mês, o Executivo deverá anunciar novas medidas, desta vez direcionadas para a área social. Nosso objetivo é colocar o Rio novamente no trilho do desenvolvimento", afirmou. 
 
O ministro esclareceu aos empresários e colaboradores o papel desempenhado pelo Ministério da Cultura na identificação da matriz econômica do Rio de Janeiro. "O Rio tem dois setores que são verdadeiras vocações: a economia criativa e o turismo. Como atividade, a economia criativa responde hoje por 3,9% do PIB do estado do RJ – e o turismo, por 4%", destacou.

Novos eventos

Na primeira fase de concepção do programa, o governo federal criou um Grupo de Trabalho Interministerial que mapeou, juntamente com empresários, os eventos que poderiam integrar o calendário do Rio de Janeiro a Janeiro. Após a seleção de um rol de aproximadamente 100 eventos, coube à Fundação Getúlio Vargas (FGV) o estudo da viabilidade econômica de cada um.
A expectativa do governo é que novos eventos possam ser incluídos no calendário e possam ser submetidos às mesmas análises feitas pela Fundação Getúlio Vargas. "Entre os dias 16 de novembro e 15 de dezembro, o Ministério da Cultura irá abrir inscrições para que novos eventos possam integrar o programa. Nosso intuito é, após os estudos de viabilidade da FGV, divulgar novos eventos para o Rio de Janeiro a Janeiro em meados de janeiro de 2018", adiantou o ministro.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura