O Dia do Ministro

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Ministro da Cultura recebe homenagem do Partido Popular Socialista

 

24.3.2017 - 19:52  
Ministro da Cultura, Roberto Freire, discursa em evento realizado na Câmara dos Deputados (Foto: Janine Moraes/Ascom MinC)
 
 
O ministro da Cultura, Roberto Freire, recebeu hoje (24) homenagem do Partido Popular Socialista (PPS), em cerimônia realizada no Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). A honraria faz parte das comemorações pelo 25º aniversário de criação da legenda, fundada por Freire em 1992, a partir de dissidência com parte da Executiva Nacional do então Partido Comunista Brasileiro (PCB).
 
A sessão solene, conduzida pelo deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), reuniu militantes de todas as idades e regiões do País. Além de Freire, outros 24 nomes receberam diplomas e medalhas pela contribuição dada para a formação e o fortalecimento do PPS. Entre eles, a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Débora Albuquerque, e o chefe de gabinete substituto do MinC, João Artur de Almeida Pinheiro.
 
Em seu discurso, Roberto Freire lembrou o contexto histórico-político que levou à criação do partido. Segundo ele, a fundação representou um esforço de reconstrução da esquerda brasileira, tendo em vista a nova ordem internacional estabelecida, com a queda do Muro de Berlim, o fim da guerra fria e da União Soviética.
 
"Essa comemoração de 25 anos me traz à memória o ano de 1992, no Teatro Zaccaro (em São Paulo), quando iniciamos o X Congresso do PCB – que era o último, mas que também representava a perspectiva de uma continuidade com novas ideias, novos pensamentos, novo símbolo, novo nome... Com a dignidade de querer manter a história que trazíamos de grandes lutas, de algo que merecia ser preservado", contou.

Compromisso
 
Roberto Freire fez questão de reafirmar o compromisso do PPS com as reformas colocadas em curso pelo governo do presidente Michel Temer. O ministro destacou, ainda, o papel exercido pela legenda no processo que culminou com o impeachment da presidente Dilma Rousseff, lembrando que, por isso, agora tem o dever de ajudar na construção de novos rumos econômicos e sociais para o País.
 
"Tivemos papel ativo no processo do impeachment de Dilma e, portanto, a nossa responsabilidade é fazer a transição para 2018. Que esses 25 anos nos ajudem efetivamente a entender que o Brasil precisa voltar aos rumos de uma democracia plena, de uma economia desenvolvida, para fazermos uma transição até 2018. Esse é o desafio dos nossos 25 anos. Outros desafios maiores virão, mas não tenho dúvidas de que nós vamos construir um novo caminho daqui para frente", concluiu.
 
Maiesse Gramacho
Assessoria de  Comunicação
Ministério da Cultura