O Dia do Ministro

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Na 18ª Bienal do Livro do Rio, Sá Leitão defende aprovação do Plano Nacional do Livro e Leitura

 
01.09.2017 - 20:08
 
 
O ministro da Cultura, Sérgio Sã Leitão, reforçou a importância da aprovação do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e da convergência entre as politicas publicas de Cultura e Educação na manhã desta sexta-feira (31) na 18a Bienal Internacional do Livro do Rio. O PNLL, que tramita no Congresso Nacional, é desenvolvido pelos ministérios da Cultura e da Educação e consiste nas estratégias permanentes de planejamento, apoio, articulação e referência para a execução de ações voltadas para o fomento da leitura no País. "Somos os responsáveis pela formação social, cultural e econômica dos brasileiros e a Bienal serve como vitrine de contribuição para esse desenvolvimento. Vivemos em um País com vocação para as atividades criativas", defendeu.
 
No maior evento literário do País -- que conta com apoio via Lei Rouanet, e recebe visitantes até 10 de setembro -- Sá Leitão participou, a convite do ministro da Educação, Mendonça Filho, de cerimônia de comemoração dos 80 anos da Política Pública do Livro. "Temos aqui, hoje, a Educação e a Cultura juntos. Essa união é compartilhada pelos homenageados, que ao longo de suas trajetórias souberam muito bem conjugar as duas áreas", discursou Sá Leitão. Para solidificar a política de Livro, Leitura, o ministro da Cultura chamou os deputados presentes a participarem do processo com a aprovação do PNLL.
 
O reconhecimento da relevância da produção criativa do brasileiro é um dos pilares da gestão de Sá Leitão frente ao MinC, sendo os setores editorial e audiovisual grandes propulsores dessa economia. O ministro defende que uma forma de se atingir ainda mais pessoas é intensificando a produção de séries de televisão e filmes a partir de adaptações de histórias contadas nos livros.
 
Homenageados
 
O evento teve como homenageada a escritora Ana Maria Machado e o ex-ministro da Educação, Eduardo Portella, morto há quatro meses. Ao receber a homenagem dos ministros de Estado, a imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Machado compartilhou a honraria com os colegas da área editorial. "Foi uma caminhada coletiva, se reflete a todos os envolvidos no processo de criação e desenvolvimento dos livros infantis ao longo das décadas", agradeceu. Machado escreveu mais de 100 livros para crianças, publicados em 17 países, e também obras para adultos. Dentre as obras de sua autoria, 59 foram premiadas.
 
"Ler e interpretar são ações reflexivas e correlatas. Ler mais é ser mais", finalizou Célia Portela, viúva do ex-ministro da Educação, Eduardo Portella, ao receber a homenagem.
 

Livro Didático

Há 80 anos o Governo Federal realizou a primeira ação do programa de distribuição de livros escolares na rede pública de ensino. Hoje, anualmente, cerca de 150 milhões de livros didáticos circulam por mais de 140 mil escolas brasileiras, alcançando um universo 40 milhões de estudantes, com investimento R$ 1,9 bilhão do Ministério da Educação.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura