Cultura nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos

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Música brasileira anima passagem da tocha por Piraí

29.07.2016  -  12:26
 
 
 (Foto:Divulgação/Prefeitura de Piraí)  
A chama olímpica segue caminho, nesta sexta-feira (29), pelo estado do Rio de Janeiro e passa por Piraí, Barra do Piraí, Vassouras, Paraíba do Sul, Três Rios e Petrópolis. A passagem da tocha, que simboliza paz, união e amizade, é oportunidade de valorizar e mostrar não apenas iniciativas esportivas, mas também culturais. 
 
Em Piraí, um dos destaques da programação é a apresentação da Orquestra de Violões, que faz parte do projeto musical Acordando sons e musicando cultura, iniciativa da prefeitura. De forma gratuita, cerca de 250 alunos, muitos deles oriundos de bairros em vulnerabilidade social, são atendidos pelo projeto. 
 
Alunos, a partir de 13 anos, se apresentaram durante a passagem da chama olímpica pelo município. No repertório, músicas de compositores conhecidas do público, como Pixiguinha e Caetano Veloso. 
 
"Os alunos ficaram muito empolgados", conta Nilton Soares, coordenador dos cursos de música da Secretaria de Cultura de Piraí. "A música faz parte da vida e esses alunos têm paixão grande pela música. A música tem trazido para muitos deles uma ocupação."  Ao longo desta sexta, a tocha finaliza o dia em Petrópolis. Na cidade serrana, o símbolo da Olimpíada chama atenção para a história brasileira. Há diversos espaços públicos, monumentos e palácios tombados, por onde a chama passará. Entre os pontos turísticos, estão o Museu Santos Dumont, que costumava ser casa de veraneio do aviador, construída em 1918; e o Palácio Imperial de Petrópolis, atual Museu Imperial. 
 
O museu reúne objetos representativos dos reinados de D. Pedro II e sua família, como mobiliário, pinturas, esculturas, prataria, porcelanas, cristais, peças de indumentária, além das coroas Real e Imperial. O Palácio era a residência preferida do imperador. A Cidade Imperial, como é conhecida, se tornou a localidade preferida de artistas, intelectuais e nobres, como Nair de Teffé, Rui Barbo e o Barão do Rio Branco, entre outros, que se instalaram em suntuosas mansões.
 
Assessoria de Comunicação
Ministério da Cultura