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sábado, 4 de julho de 2009
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20 de maio de 2008

Cultura Popular

Projeto 'Meio dia em Ponto' será apresentado nos dias 24 e 31 de maio, na Praça da Feira Central de Ceilândia

Na Praça da Feira Central de Ceilândia, no Distrito Federal, nos dois últimos sábados deste mês de maio, o projeto ‘Meio dia em Ponto’ continua seu compromisso em levar entretenimento à população na hora do almoço - das 12h às 16h. Durante o evento, que tem o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, haverá apresentações de diversos grupos da cultura popular brasileira.

As pessoas que transitarem pelo local serão convidadas a uma pausa para apreciarem e conhecerem a arte que tem raízes e produção local. Essa é a proposta do projeto ‘Meio dia em Ponto’, uma parceria entre o Centro Cultural Ferrock, da Ceilândia e a Associação Ruarte de Cultura.

O idealizador do projeto, Ari de Barros, explicou que este horário foi escolhido porque observou que ao meio-dia os trabalhadores da região ficavam ociosos após o almoço. “Os comerciários da região não tinham aonde ir após o ‘rango’, com isso, pensamos ocupar esse horário, nesses dias, com bastante cultura. Esse evento é uma grande invasão cultural”, completa.

As atividades são realizadas no ponto mais popular da cidade-satélite de Ceilândia, a Praça da Feira Central. Nos dois sábados de programação, predominará a diversidade cultural: teatro de bonecos, rodas de capoeira, Black Spin Breakers (dança), catira, emboladores de coco, cacuriá. Também acontecerão oficinas de perna de pau, de brinquedos populares, de teatros de bonecos.

Veja a programação completa.

O projeto nasceu em 1996 pela criatividade de Ari de Barros, criador do Ferrock - Festival de Música da cidade. Inicialmente, era um trabalho de doação dos artistas, que não cobravam cachê pelos shows. Foi desse modo até 1999. As primeiras edições aconteciam na Praça do Encontro, também em Ceilândia Centro.

Hoje, com a revitalização da Praça, a iniciativa atravessou a rua e foi parar na Feira Central. “Continua sendo espaço público, com grande circulação de pessoas e onde não precisamos chamar o público. Vamos até ele”, ressalta Barros.

(Marcelo Lucena, Comunicação Social/MinC)


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