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sábado, 4 de julho de 2009
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03 de junho de 2008

Participe do debate pela internet

O site do Ministério da Cultura está recolhendo até o dia 10 de dezembro contribuições para a síntese final do texto que subsidiará a relatoria e votação do projeto de lei do PNC no Congresso Nacional. O uso do ambiente digital visa estender os espaços e períodos de discussões presenciais a um público mais amplo do que aquele atendido pelos seminários em várias capitais do País. Proporciona ainda um campo para realização de debates prévios, intervenções paralelas durante cada seminário e complementação e reverberação de seus resultados.

Como participar

Cada conjunto de diretrizes publicado nas páginas das cinco áreas do menu Categorias Internas está vinculado a um ambiente de debate, que proporciona aos leitores, no rodapé de cada página, uma caixa com duas opções de formulários, diferenciadas por abas, para envio de comentários e perguntas. As categorias equivalem aos capítulos de estratégias gerais do caderno de diretrizes gerais do Plano:

  • Fortalecer a ação do Estado no planejamento e execução das políticas culturais
  • Incentivar, proteger e valorizar a diversidade artística e cultural brasileira
  • Universalizar o acesso à fruição e produção cultural
  • Ampliar a participação da cultura no desenvolvimento sustentável
  • Consolidar a participação social na gestão das políticas culturais  
  • Os comentários ou perguntas decorrentes da leitura e avalição das diretrizes devem ser postados através dessas caixas. O sistema segue o modelo de blog. Ou seja, os comentários serão mediados pelo Ministério da Cultura e apresentados em uma área pública de acesso ao debate que estiver se desenvolvendo através do site. Se o limite de tamanho de texto não for suficiente para o comentário, o leitor pode dividi-lo e postá-lo parte por parte.

    Como serão aproveitadas as contribuições

    Ao final do segundo semestre, todo o material recolhido através do site e dos eventos presenciais começará a ser analisado para a produção da síntese final do texto do Plano que subsidiará sua votação no Congresso Nacional. A incorporação das contribuições será realizada segundo os seguintes critérios:

    • Correspondência com os diagnósticos, valores e estratégias do caderno de diretrizes: o acúmulo já existente de estudos e discussões para o delineamento das políticas de cultura deverá ser considerado;
    • Abrangência temática, territorial e populacional: as políticas do Estado brasileiro deverão se pautar pela amplitude e equilíbrio no atendimento às demandas dos setores culturais e grupos identitários, bem como na busca de diminuição das desigualdades socioeconômicas regionais.
    • Visão de longo prazo: as diretrizes do Plano Nacional de Cultura deverão orientar a execução das políticas públicas ao longo de dez anos, que compreenderão a realização de subprogramas de menor duração.
    • Perspectiva de integração de ações do Estado, iniciativa privada e sociedade civil: o Plano deverá estimular dinâmicas colaborativas de implementação, tanto no que se refere aos diferentes poderes e esferas da administração pública, quanto no que diz respeito à relação entre Estado, iniciativa privada e sociedade civil.

    Participação do leitor

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    Últimos comentários

    13 comentários para "Participe do debate pela internet"

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    1. 09 de dezembro de 2008 às 15:05 GERALDO ANTONIO BELLINELO

      Ano que vem será o Ano do Apocalipse Cultural em muitos municípios, já que com a entrada de novos prefeitos, projetos e estruturas com base nas orientações do Sistema Nacional de Cultural e integrantes do Plano Nacional de Cultura serão ignorados


    2. 08 de dezembro de 2008 às 14:45 Ana

      Conseguir verbas…
      Verbalizar!
      Voar é fácil!
      Difícil é levantar vôo…

      Ah, MinC!!
      Que criem reais condições de viabilizar projetos…
      Que sejam eliminados “aqueles” que excluem, que desclassificam.


    3. 08 de dezembro de 2008 às 9:28 Carlos Augusto

      Deveria haver uma política de número mínimo de sessões e valor máximo de ingressos para peça de teatro. Os grandes grupos arrecadam fortunas para montar espetáculo e depois fazem meia dúzia de sessões com ingressos caríssimos. E o povo fica de fora.


    4. 07 de dezembro de 2008 às 8:42 Marcio Teixeira

      Um dos problemas sérios é que municípios com menos de 20.000 habitantes não têm secretário ou agente cultural ficando relegados a pessoas da prefeitura ou políticos que nada fazem, claro.


    5. 07 de dezembro de 2008 às 8:39 Marcio Teixeira

      Interessante seria democratizar o acesso de todos a eventos culturais e incentivar parcerias para isso. Em municípios de menos de 10.000 habitantes não acontece nada, a não ser às vezes pela boa vontade de pessoas que amam arte e cultura.


    6. 05 de dezembro de 2008 às 18:48 WILLIAM MORAES CORRÊA (OS FOLIÕES)

      Grupos fortes e de mídia sempre ficam com a maior fatia. Os artistas e bandas quase sempre são os mesmos. Os grandes centros prosseguem favorecidos. A mídia nem toca música brasileira, quanto mais divulgar a cultura popular e o folclore. Caminho longo!
      Sobre o porquê das ciências exatas serem “vilãs”, resulta das condições das escolas e da forma errada e antiquada com que são dadas. Aprende-se, desde cedo, a se ter pesadelo com matemática, física e química, por ex. Não se cria o hábito nem o gosto.


    7. 05 de dezembro de 2008 às 13:38 Juliana Pereira

      Olá, boa tarde. Sempre que acontecem tais eventos, a lógica é dominante e os espaços e lugares também. Por que não acontecem em vilas e favelas? É a minha sugestão. Além de acontecer em vilas e favelas, convoquem também o povo a participar. Nós só vamos interagir quando nossas idéias forem ouvidas e atendidas, ou seja, colocadas em prática, em ação. Afinal o Brasil não é considerado um país democrático?
      Abraços, Juliana.


    8. 04 de dezembro de 2008 às 9:11 Mario Bernardino

      Fator importante para o resgate e desenvolvimento da cultura nacional é a democratização dos meios de comunicação no país. É necessário adotar outro modelo. Outro ponto seria o resgate de obras e artistas locais, muitos com projeções internacionais. As Rádios Comunitárias e Comercais, TVs abertas, deveriam ter diretrizes culturais determinadas.
      Os MIS - como acervos culturais deste país - deveriam ser digitalizados, aproximarem-se da população.


    9. 30 de novembro de 2008 às 9:27 ONG. INTERCÂMBIO CULTURAL CHILE- BRASIL

      LAS INICIATIVAS DE SUSTENTABILIDADE LOCAIS DEVEN TER COMO ACTORES E PARTICIPANTES SEU ARTISTAS LOCAIS E ÑAO VIR TUDO EMPACOTADO E PRONTO COMO VEN SENDO LA CULTURA EN SÃO PAULO EM DONDE OS BAIRROS MENOS ASSISTIDOS FICAN SEMPRE MARGINALIZADOS E EXCLUIDOS. AS ENTIDADES CULTURAIS SEM FINS LUCRATIVOS: NÃO PAGAR TARIFAS DE ÁGUA COMERCIAL. COM 100% DE AUMENTO Á SABESP, E OS RECURSOS CULT. SEREM DIVULGADOS PÚBLICAMENTE CON O VALOR DE CADA PROYECTO E EXISTIR UNA CADASTRO DE ARTISTAS E ESPAÇ CULT EN CADA SUBPREF.


    10. 25 de novembro de 2008 às 13:58 Sergio Uchoa

      O Plano Nacional de Cultura cumpre sua forma de participação nas regiões brasileiras, a participação da sociedade em discutir a sua diversidade cultural, a minha sugestão é que tenhamos projetos para o desenvolvimento do cidadão por faixa etária…ou seja , discutindo nas salas de aulas e nos encontros comunitários, a cultura, identificando seus mestres e os valorizando, criando assim matérias e atividades nas escolas públicas…


    11. 22 de novembro de 2008 às 9:07 ana chaves

      Sugestão para que escolas públicas e privadas insiram como disciplinas a iniciação musical e a dramaturgia e que tais disciplinas tenham peso de nota como as demais.
      Ainda sugiro que busquemos respostas do “porquê as matérias exatas são vilãs no ensino?”


    12. 24 de outubro de 2008 às 11:35 equipe hunsrik

      hunsrik=língua de imig.german.+falada no país,já codificada.Reconhecer,regulament.e divulgar línguas de imigração.Incluir conteúdos educ.patrim.em currículos de ensino básico,regulament. o ensino e autonomia do municipio sobre culturas regionais.

      RESPOSTA, por Contate@Cultura: Pare ter sua sugestão aproveitada, deve seguir o procedimento indicado neste post.


    13. 19 de setembro de 2008 às 9:45 Mauro Trerotola Simoes

      Eu gostaria que as bibliotecas públicas funcionassem 24 horas por dia, 7 dias na semana.
      Muitas pessoas trabalham e não têm tempo de freqüentar e pesquisar nos dias úteis, tirando parte de sua hora de almoço, para fazer suas leituras.






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