sábado, 4 de fevereiro de 2012 RSS Ouvidoria Fale com o Ministério
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Participe do debate pela internet

O site do Ministério da Cultura está recolhendo até o dia 10 de dezembro contribuições para a síntese final do texto que subsidiará a relatoria e votação do projeto de lei do PNC no Congresso Nacional. O uso do ambiente digital visa estender os espaços e períodos de discussões presenciais a um público mais amplo do que aquele atendido pelos seminários em várias capitais do País. Proporciona ainda um campo para realização de debates prévios, intervenções paralelas durante cada seminário e complementação e reverberação de seus resultados.

Como participar

Cada conjunto de diretrizes publicado nas páginas das cinco áreas do menu Categorias Internas está vinculado a um ambiente de debate, que proporciona aos leitores, no rodapé de cada página, uma caixa com duas opções de formulários, diferenciadas por abas, para envio de comentários e perguntas. As categorias equivalem aos capítulos de estratégias gerais do caderno de diretrizes gerais do Plano:

  • Fortalecer a ação do Estado no planejamento e execução das políticas culturais
  • Incentivar, proteger e valorizar a diversidade artística e cultural brasileira
  • Universalizar o acesso à fruição e produção cultural
  • Ampliar a participação da cultura no desenvolvimento sustentável
  • Consolidar a participação social na gestão das políticas culturais  
  • Os comentários ou perguntas decorrentes da leitura e avalição das diretrizes devem ser postados através dessas caixas. O sistema segue o modelo de blog. Ou seja, os comentários serão mediados pelo Ministério da Cultura e apresentados em uma área pública de acesso ao debate que estiver se desenvolvendo através do site. Se o limite de tamanho de texto não for suficiente para o comentário, o leitor pode dividi-lo e postá-lo parte por parte.

    Como serão aproveitadas as contribuições

    Ao final do segundo semestre, todo o material recolhido através do site e dos eventos presenciais começará a ser analisado para a produção da síntese final do texto do Plano que subsidiará sua votação no Congresso Nacional. A incorporação das contribuições será realizada segundo os seguintes critérios:

    • Correspondência com os diagnósticos, valores e estratégias do caderno de diretrizes: o acúmulo já existente de estudos e discussões para o delineamento das políticas de cultura deverá ser considerado;
    • Abrangência temática, territorial e populacional: as políticas do Estado brasileiro deverão se pautar pela amplitude e equilíbrio no atendimento às demandas dos setores culturais e grupos identitários, bem como na busca de diminuição das desigualdades socioeconômicas regionais.
    • Visão de longo prazo: as diretrizes do Plano Nacional de Cultura deverão orientar a execução das políticas públicas ao longo de dez anos, que compreenderão a realização de subprogramas de menor duração.
    • Perspectiva de integração de ações do Estado, iniciativa privada e sociedade civil: o Plano deverá estimular dinâmicas colaborativas de implementação, tanto no que se refere aos diferentes poderes e esferas da administração pública, quanto no que diz respeito à relação entre Estado, iniciativa privada e sociedade civil.
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    Participação do Leitor

    Espaço reservado exclusivamente para comentários acerca da matéria ou publicação veiculada nesta página. Solicitação de informações ou dúvidas devem ser encaminhadas por meio do Fale com o Ministério; reclamações ou denúncias devem ser dirigidas para Ouvidoria.

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    Regras para comentários:

    1. Os comentários terão moderação desta Assessoria de Comunicação.

    2. Comentários que fujam ao teor da matéria serão excluídos.

    3. Ofensas e quaisquer outras formas de difamação não serão publicadas.

    4. Não publicamos denúncias. Nestes casos, serão enviadas à Ouvidoria, que as encaminhará aos órgãos cabíveis.

    5. A postagem de comentários com links de matérias não produzidas por este ministério será excluída.

    6. Respostas a questionamentos e esclarecimentos exigem consulta, impedindo-nos, por vezes, retorno imediato.



    13 comentários

    • GERALDO ANTONIO BELLINELO

      9 de dezembro de 2008

      Ano que vem será o Ano do Apocalipse Cultural em muitos municípios, já que com a entrada de novos prefeitos, projetos e estruturas com base nas orientações do Sistema Nacional de Cultural e integrantes do Plano Nacional de Cultura serão ignorados

    • Ana

      8 de dezembro de 2008

      Conseguir verbas…
      Verbalizar!
      Voar é fácil!
      Difícil é levantar vôo…

      Ah, MinC!!
      Que criem reais condições de viabilizar projetos…
      Que sejam eliminados “aqueles” que excluem, que desclassificam.

    • Carlos Augusto

      8 de dezembro de 2008

      Deveria haver uma política de número mínimo de sessões e valor máximo de ingressos para peça de teatro. Os grandes grupos arrecadam fortunas para montar espetáculo e depois fazem meia dúzia de sessões com ingressos caríssimos. E o povo fica de fora.

    • Marcio Teixeira

      7 de dezembro de 2008

      Um dos problemas sérios é que municípios com menos de 20.000 habitantes não têm secretário ou agente cultural ficando relegados a pessoas da prefeitura ou políticos que nada fazem, claro.

    • Marcio Teixeira

      7 de dezembro de 2008

      Interessante seria democratizar o acesso de todos a eventos culturais e incentivar parcerias para isso. Em municípios de menos de 10.000 habitantes não acontece nada, a não ser às vezes pela boa vontade de pessoas que amam arte e cultura.

    • WILLIAM MORAES CORRÊA (OS FOLIÕES)

      5 de dezembro de 2008

      Grupos fortes e de mídia sempre ficam com a maior fatia. Os artistas e bandas quase sempre são os mesmos. Os grandes centros prosseguem favorecidos. A mídia nem toca música brasileira, quanto mais divulgar a cultura popular e o folclore. Caminho longo!
      Sobre o porquê das ciências exatas serem “vilãs”, resulta das condições das escolas e da forma errada e antiquada com que são dadas. Aprende-se, desde cedo, a se ter pesadelo com matemática, física e química, por ex. Não se cria o hábito nem o gosto.

    • Juliana Pereira

      5 de dezembro de 2008

      Olá, boa tarde. Sempre que acontecem tais eventos, a lógica é dominante e os espaços e lugares também. Por que não acontecem em vilas e favelas? É a minha sugestão. Além de acontecer em vilas e favelas, convoquem também o povo a participar. Nós só vamos interagir quando nossas idéias forem ouvidas e atendidas, ou seja, colocadas em prática, em ação. Afinal o Brasil não é considerado um país democrático?
      Abraços, Juliana.

    • Mario Bernardino

      4 de dezembro de 2008

      Fator importante para o resgate e desenvolvimento da cultura nacional é a democratização dos meios de comunicação no país. É necessário adotar outro modelo. Outro ponto seria o resgate de obras e artistas locais, muitos com projeções internacionais. As Rádios Comunitárias e Comercais, TVs abertas, deveriam ter diretrizes culturais determinadas.
      Os MIS – como acervos culturais deste país – deveriam ser digitalizados, aproximarem-se da população.

    • ONG. INTERCÂMBIO CULTURAL CHILE- BRASIL

      30 de novembro de 2008

      LAS INICIATIVAS DE SUSTENTABILIDADE LOCAIS DEVEN TER COMO ACTORES E PARTICIPANTES SEU ARTISTAS LOCAIS E ÑAO VIR TUDO EMPACOTADO E PRONTO COMO VEN SENDO LA CULTURA EN SÃO PAULO EM DONDE OS BAIRROS MENOS ASSISTIDOS FICAN SEMPRE MARGINALIZADOS E EXCLUIDOS. AS ENTIDADES CULTURAIS SEM FINS LUCRATIVOS: NÃO PAGAR TARIFAS DE ÁGUA COMERCIAL. COM 100% DE AUMENTO Á SABESP, E OS RECURSOS CULT. SEREM DIVULGADOS PÚBLICAMENTE CON O VALOR DE CADA PROYECTO E EXISTIR UNA CADASTRO DE ARTISTAS E ESPAÇ CULT EN CADA SUBPREF.

    • Sergio Uchoa

      25 de novembro de 2008

      O Plano Nacional de Cultura cumpre sua forma de participação nas regiões brasileiras, a participação da sociedade em discutir a sua diversidade cultural, a minha sugestão é que tenhamos projetos para o desenvolvimento do cidadão por faixa etária…ou seja , discutindo nas salas de aulas e nos encontros comunitários, a cultura, identificando seus mestres e os valorizando, criando assim matérias e atividades nas escolas públicas…

    • ana chaves

      22 de novembro de 2008

      Sugestão para que escolas públicas e privadas insiram como disciplinas a iniciação musical e a dramaturgia e que tais disciplinas tenham peso de nota como as demais.
      Ainda sugiro que busquemos respostas do “porquê as matérias exatas são vilãs no ensino?”

    • equipe hunsrik

      24 de outubro de 2008

      hunsrik=língua de imig.german.+falada no país,já codificada.Reconhecer,regulament.e divulgar línguas de imigração.Incluir conteúdos educ.patrim.em currículos de ensino básico,regulament. o ensino e autonomia do municipio sobre culturas regionais.

      RESPOSTA, por Contate@Cultura: Pare ter sua sugestão aproveitada, deve seguir o procedimento indicado neste post.

    • Mauro Trerotola Simoes

      19 de setembro de 2008

      Eu gostaria que as bibliotecas públicas funcionassem 24 horas por dia, 7 dias na semana.
      Muitas pessoas trabalham e não têm tempo de freqüentar e pesquisar nos dias úteis, tirando parte de sua hora de almoço, para fazer suas leituras.