Senador Paulo Paim ressaltou o legado de Vargas, que tirou o Brasil de uma economia agrária e lançou as bases para a industrialização
Os 54 anos da morte de Getúlio Vargas foram lembrados por Paulo Paim (PT-RS). O senador elogiou o pronunciamento feito na última sexta-feira por Paulo Duque (PMDB-RJ), que falou sob a perspectiva de quem viveu aquele difícil momento político.
Filho de uma família getulista, Paim disse que tinha apenas quatro anos quando ocorreu o suicídio do então presidente da República, em 24 de agosto de 1954. O senador ressaltou o legado de Vargas, que tirou o Brasil de uma economia agrária e lançou as bases para a industrialização. Além disso, acrescentou o senador, Vargas foi o responsável pela instituição das leis trabalhistas, da Justiça do Trabalho, do salário mínimo, da carteira de trabalho e da jornada de trabalho de oito horas diárias.
Em apartes, Osmar Dias (PDT-PR) ressaltou que Paim “tem autoridade para homenagear Vargas e Leonel Brizola, e Tião Viana (PT-AC) afirmou que o Brasil hoje desponta na indústria de base e de tecnologia.
Paim registrou ainda que, em viagem feita pelo interior do Rio Grande do Sul, constatou o conhecimento que os gaúchos têm sobre todos os projetos de lei aprovados pelo Senado, desde o piso salarial nacional para professores até o reajuste do salário mínimo.
Destacou que eles acompanharam os debates sobre o reajuste dos aposentados, da emenda que destina recursos para a saúde e do fim do fator previdenciário.
O senador também registrou o aniversário de 20 anos da Fundação Cultural Palmares, instituição ligada ao Ministério da Cultura e que tem como objetivo preservar valores ligados à cultura negra.
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