sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 RSS Ouvidoria Fale com o Ministério
« Voltar Imprimir

Hulu vai se igualar ao YouTube em receita nos EUA em 2009, diz analista

Rafael Barifouse - Tecneira (Época Negócios)

link para o post original

huluyoutube.JPG

Em termos de audiência, o YouTube deve continuar soberano entre os portais de vídeo por muito tempo. Mas quando o assunto é fazer dinheiro a partir isso, o Hulu tem se mostrado um concorrente de peso e pode se igualar ao site do Google em 2009 nos Estados Unidos segundo previsões da consultoria Screen Digest.

O Hulu foi lançado este ano nos EUA. É uma parceria entre a News Corp. e NBC Universal que traz vídeos profissionais para os internautas. Até o momento, o portal registra seis milhões de usuários únicos por mês no país. O YouTube tem muito mais: 83 milhões.

Apesar de nenhuma das duas empresas divulgar sua receita, o analista Arash Amel, da Screen Digest, estima que o YouTube obterá US$ 100 milhões com propaganda em 2008 nos EUA (país responsável por metade de sua receita), enquanto o Hulu (que ainda não foi lançado internacionalmente) obterá US$ 70 milhões. Para 2009, a previsão é de US$ 180 milhões para ambos de acordo com uma reportagem do Financial Times.

Como os dois sites são gratuitos, anúncios são a sua única fonte de receita. E o Google, que comprou o YouTube há dois anos por US$ 1,65 bilhão, tem encontrado muitos problemas para tornar o site rentável. Já testou propagandas que aparecem brevemente nos vídeos, não encontrou ainda uma forma segura de colocar anúncios ao lado de vídeos amadores sem comprometer a marca anunciada e resiste a colocar comerciais antes de sua exibição sob o argumento que isso frustraria os usuários. Enquanto isso, com seus vídeos profissionais, o Hulu tem sido um porto seguro para a publicidade.

Uma ressalva é que grande parte do que o Hulu ganha (de 70% a 80%) vai para parceiros. No YouTube, isso acontece em proporções bem menores.

Mas o YouTube anunciou na semana passada que vai leiloar termos de busca para colocar propaganda junto com vídeos. Os vídeos do anunciate relacionados à palavra comprada vão aparecer em uma coluna ao lado do resultados. Também busca cada vez mais ter vídeos de emissoras e estúdios em seu catálogo, como no acordo anunciado com a MGM, para associar propagandas a eles e lucrar com isso. Como ressalta o Silicon Alley Insider, isso pode mudar o jogo.

Leia também:

MGM terá filmes completos no YouTube

A guerra pelos vídeos online

Streaming de vídeos cresce e redes P2P perdem força

Vídeos digitais respondem por só 0,5% do consumo de filmes e programas de TV

Estúdio japonês libera geral no YouTube

Video Surf inova na busca por vídeos

YouTube Search facilita a sua vida

Vire apresentador de TV com o Yahoo! Live

Flickr agora com vídeos

Netflix entra no mercado de streaming

Joost vai mudar de vez

Compartilhe:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • TwitThis
  • email
  • LinkedIn

Participação do Leitor

Espaço reservado exclusivamente para comentários acerca da matéria ou publicação veiculada nesta página. Solicitação de informações ou dúvidas devem ser encaminhadas por meio do Fale com o Ministério; reclamações ou denúncias devem ser dirigidas para Ouvidoria.

*

max. 1000 caracteres


Regras para comentários:

1. Os comentários terão moderação desta Assessoria de Comunicação.

2. Comentários que fujam ao teor da matéria serão excluídos.

3. Ofensas e quaisquer outras formas de difamação não serão publicadas.

4. Não publicamos denúncias. Nestes casos, serão enviadas à Ouvidoria, que as encaminhará aos órgãos cabíveis.

5. A postagem de comentários com links de matérias não produzidas por este ministério será excluída.

6. Respostas a questionamentos e esclarecimentos exigem consulta, impedindo-nos, por vezes, retorno imediato.