Entre esta terça-feira, 3 de fevereiro, até a próxima sexta (dia 6), será realizada em Brasília uma videoconferência em que serão abordados temas referentes ao Projeto Vidas Paralelas, realizado pelo Ministério da Cultura, por intermédio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC). Também são parceiros do projeto o Ministério da Saúde, o Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB) e a Rede Escola Continental em Saúde do Trabalhador (REC-ST).
O objetivo desta reunião é planejar a organização das Oficinas de Capacitação do Vidas Paralelas, avaliar os avanços e dificuldades em sua implementação além de fornecer informações para viabilizar recursos para a realização das oficinas nos estados.
A videoconferência será ministrada pela Coordenação Nacional e terá como público representantes dos estados que compõem a REC-ST: Sergipe, Bahia, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal; além de representantes de Centrais Sindicais, universidades federais, Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador, Pontos de Cultura e outras parcerias.
Bahia e Distrito Federal iniciam o ciclo de palestras. Na quarta-feira pela manhã (dia 4), São Paulo, e à tarde, Goiás. Na quinta pela manhã, Rio Grande do Norte e Tocantins. Fechando o ciclo, na sexta-feira, os paraenses comparecerão pela manhã enquanto à tarde serão os sergipanos.
A Coordenação Nacional se reunirá em Brasília, na sede da Interlegis (Via N2, Anexo E do Senado Federal), e o público se concentrará nas Assembléias Legislativas dos estados participantes.
Vidas Paralelas
Criado em 2007, esse projeto tem como principal objetivo construir um processo reflexivo e de diálogo entre trabalhadores de diferentes categorias por intermédio da formação de uma rede social voltada para o tema da saúde e da cultura no ambiente de trabalho. Nesse sentido, os programas + Cultura e Mais Saúde, dos ministérios da Cultura e da Saúde, respectivamente, preconizam ações integradas com o intuito de ampliar e qualificar os processos de promoção da saúde por meio de atividade culturais.
Para tanto, esses programas contam com o apoio dos Pontos e Pontões de Cultura para promover e fomentar ações que utilizem as diversas linguagens culturais para potencializar e democratizar o acesso às políticas de saúde em benefício da população. De acordo com a coordenação do Projeto Vida Paralelas, sua importância está no fato de promover a promoção da saúde e segurança do trabalhador, abordadas a partir da construção simbólica – por meio do estímulo à expressão artística e cultural – como forma de transfomação social.
(Marcos Agostinho, Comunicação Social/MinC)
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