Brasil Acesso à Informação
quinta-feira, 24 de maio de 2012 RSS Ouvidoria Fale com o Ministério
« Voltar Imprimir

Nota de Esclarecimento

Projeto de lei não extingue a renúncia fiscal

O Ministério da Cultura esclarece que a proposta da nova Lei de Fomento e Incentivo à Cultura mantém o mecanismo de renúncia fiscal, além do Fundo Nacional de Cultura (FNC) e do Fundo de Investimento Cultural e Artístico (Ficart). Portanto, ao manter seus mecanismos originais, em nova formatação, não há motivo para captadores de recursos temerem a “extinção” da renúncia fiscal, como afirma hoje o jornal O Estado de S.Paulo.

O Capítulo III da proposta de lei trata exclusivamente do funcionamento do mecanismo da renúncia e o projeto do governo propõe o uso de critérios públicos para garantir que os benefícios da renúncia fiscal atinjam um número maior de artistas e de público. O projeto amplia as possibilidades do mecanismo ao criar novas faixas de renúncia fiscal e designa à Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) – formada por representantes do governo e dos setores artísticos – definir os critérios para enquadramento de cada projeto em cada faixa. Isso também permitirá dar maior flexibilidade aos setores. Na lei atual, a música popular brasileira é limitada apenas a 30%. No novo projeto, poderá chegar a 100%, como o teatro.

A reavaliação do mecanismo cinco anos após a aprovação do projeto não extingue a renúncia. A Lei do Audiovisual e várias outras estão sujeitas ao mesmo processo. Alguns anos atrás, o mecanismo da renúncia previsto na Lei do Audiovisual foi renovado sem que houvesse nenhum trauma à produção cinematográfica brasileira, que, pelo contrário, vem batendo recordes de produção.

Compartilhe:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • TwitThis
  • email
  • LinkedIn

Participação do Leitor

Espaço reservado exclusivamente para comentários acerca da matéria ou publicação veiculada nesta página. Solicitação de informações ou dúvidas devem ser encaminhadas por meio do Fale com o Ministério; reclamações ou denúncias devem ser dirigidas para Ouvidoria.

*

max. 1000 caracteres


Regras para comentários:

1. Os comentários terão moderação desta Assessoria de Comunicação.

2. Comentários que fujam ao teor da matéria serão excluídos.

3. Ofensas e quaisquer outras formas de difamação não serão publicadas.

4. Não publicamos denúncias. Nestes casos, serão enviadas à Ouvidoria, que as encaminhará aos órgãos cabíveis.

5. A postagem de comentários com links de matérias não produzidas por este ministério será excluída.

6. Respostas a questionamentos e esclarecimentos exigem consulta, impedindo-nos, por vezes, retorno imediato.



1 comentário

  • Emanuel José de Gusmão

    3 de abril de 2009

    Algumas sugestões que poderão serem discutidas no processo e reformulação da lei Rouanet:
    1) As empresas investem nelas mesmas. Ou seja: Fundação Banco do Brasil. Bradesco, Itaú , Fiat etc., patrocinando somente as elites já reconhecidas do grande público.