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Mergulho na história esquecida da foz do Velho Chico

O Jornal - AL, Alessandra Vieira, 02/06/2009

Areias que Falam terá pré-estreia nesta quinta-feira; filme trata sobre os impactos ambientais e alterações vividas por comunidades ribeirinhas

O dia-a-dia do povo ribeirinho, seus anseios, angústias, lendas e lembranças ganharam novo registro pelos olhos, mãos e sensibilidade artística de Arilene de Castro, vencedora do concurso DocTV em Alagoas. O documentário Areias que Falam: Os Efêmeros Mundos da Foz do Grande Opara revela o processo de desaparecimento de três comunidades da foz do rio São Francisco: Pontal da Barra e Pixaim, de Alagoas, e Cabeço, em Sergipe. “O foco é a ligação que estas comunidades têm com o rio. Queria que a história fosse contada pela população, então, não colocamos falas de nenhum teórico”, comenta Arilene.

O filme, uma co-produção do Ministério da Cultura (MinC), do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP) e da VTK Vídeo Produções, terá pré-estreia nesta quinta-feira, no Armazém Uzina. O evento, aberto ao público, faz parte do lançamento oficial do Programa de Fomento à Produção e Teledifusão do Documentário Brasileiro, que, em Alagoas, é realizado pelo Instituto Zumbi dos Palmares através da TV Educativa de Alagoas em parceria com a Associação Brasileira de Documentaristas em Alagoas, com o apoio do Banco do Nordeste.

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