Como diretor do grupo GDF Suez no Brasil, fiquei surpreso ao ver o erro contido na reportagem “A primeira vez de alguns patrocinadores” (19/11). A GDF Suez é mencionada com destaque como uma das empresas financiadores do filme “Lula, o filho do Brasil” e que, pela primeira vez, patrocina uma produção cinematográfica, ao contrário do que diz a nota enviada por nossa assessoria de imprensa a este jornal: “A GDF Suez, presente no Brasil há cerca de 50 anos, possui uma consistente política de investimentos e patrocínio de projetos sociais, ambientais, esportivos e culturais. Na área de cultura, além do filme ‘Lula, o filho do Brasil’, outros 20 projetos recebem apoio financeiro da empresa hoje no país, entre eles um documentário, uma mostra de cinema, festivais culturais regionais, festivais de música, peças teatrais e uma escola de balé, alguns deles não incluídos nos benefícios da Lei Rouanet. Exemplos atuais são o patrocínio da Orquestra Sinfônica Brasileira e da peça teatral de revista ‘Oui oui, a França é aqui’ (em cartaz no Rio de Janeiro). A GDF Suez também foi uma das incentivadoras dos Projetos Culturais do Ano da França no Brasil. A empresa não divulga o valor de seus patrocínios. A GDF Suez tomou a decisão de ser um dos patrocinadores de ‘Lula, o filho do Brasil’ por considerar que o filme será um importante documento de memória da vida do atual presidente e da história política a partir da redemocratização do país.”
GIL MARANHÃO NETO diretor da GDF Suez (por carta, 25/11), Rio
NOTA DA REDAÇÃO: A nota confirma que, em sua vasta carteira de patrocínios, não há nenhuma produção cinematográfica anterior, à exceção de um documentário, que possa ser comparada ao filme exaltação sobre a vida do presidente da República com a qual a empresa possui interesses cruzados.
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