Na manhã dessa quarta-feira, 3 de fevereiro, na aldeia de Tekoha Añetete, situada no oeste do Paraná, foi dado início aos debates do Encontro dos Povos Guarani da América do Sul, com a participação de indígenas do Brasil, da Bolívia, do Paraguai e da Argentina.
A cerimônia de abertura contou com as presenças do secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Américo Córdula, do diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Jorge Samek, e da prefeita de Diamante D’Oeste, Inês Gomes, além das lideranças da etnia nos quatro países.
Os cerca de 800 indígenas participantes discutirão, dentre outros pontos, a educação, a saúde, a cultura e o meio ambiente nas aldeias.
O principal objetivo do Encontro é criar uma nova perspectiva de intercâmbio que reconheça e fortaleça a cultura guarani que, segundo o secretário Américo Córdula, sempre teve uma participação decisiva na formação do Brasil.
“Há uma influência muito forte na nossa língua, na nossa culinária e na nossa dança vinda dos povos Guarani. É uma cultura que possui um importante vínculo com a identidade sul-americana. Por isso, a necessidade de se começar uma grande campanha de valorização destes povos para reverter o quadro de preconceito existente hoje com relação aos indígenas”, explicou Córdula.
Leia, também, matéria relacionada: Indígenas da América do Sul estarão reunidos de 2 a 5 de fevereiro, no Paraná.
(Comunicação SID/MinC)
Participação do Leitor
Espaço reservado exclusivamente para comentários acerca da matéria ou publicação veiculada nesta página. Solicitação de informações ou dúvidas devem ser encaminhadas por meio do Fale com o Ministério; reclamações ou denúncias devem ser dirigidas para Ouvidoria.