Brasil Acesso à Informação
sexta-feira, 25 de maio de 2012 RSS Ouvidoria Fale com o Ministério
« Voltar Imprimir

Brasil adere à economia da cultura

Folha de S. Paulo - SP, Ana Paula Sousa, em 13/04/2010

A administração da Cultura no país ainda segue os modelos erguidos por Gustavo Capanema e Mário de Andrade

Ao contrário de França, EUA e Inglaterra, país não definiu prioridades para a Cultura e tenta estabelecer limites entre Estado e mercado

Foi o escritor Pedro Nava quem constatou: “Tudo começou com Capanema”. Pode não ter sido tudo. Mas foi quase. Gustavo Capanema, ministro da Educação e Saúde Pública do governo Getúlio Vargas, ergueu a sede do Ministério da Educação, no Rio, com traçado de Le Corbusier, criou o Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Instituto Nacional do Livro e o Museu Nacional de Belas Artes.

Villa-Lobos dedicou a ele a “Bachiana nº 5″. Drummond de Andrade chefiou seu gabinete. Mário de Andrade foi um de seus auxiliares mais próximos.

Sem negar a validade da frase de Nava, é importante dizer que coube a Mário de Andrade, em 1935, a criação do departamento de Cultura do município de São Paulo. Naquele momento, estabelecia-se que o Estado tinha o dever de oferecer cultura ao cidadão e o poeta modernista tornava-se nosso primeiro administrador cultural.

Leia aqui a matéria na íntegra.

Compartilhe:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • TwitThis
  • email
  • LinkedIn
Reproduzido conforme o original, com informações e opiniões de responsabilidade do veículo.

Participação do Leitor

Espaço reservado exclusivamente para comentários acerca da matéria ou publicação veiculada nesta página. Solicitação de informações ou dúvidas devem ser encaminhadas por meio do Fale com o Ministério; reclamações ou denúncias devem ser dirigidas para Ouvidoria.

*

max. 1000 caracteres


Regras para comentários:

1. Os comentários terão moderação desta Assessoria de Comunicação.

2. Comentários que fujam ao teor da matéria serão excluídos.

3. Ofensas e quaisquer outras formas de difamação não serão publicadas.

4. Não publicamos denúncias. Nestes casos, serão enviadas à Ouvidoria, que as encaminhará aos órgãos cabíveis.

5. A postagem de comentários com links de matérias não produzidas por este ministério será excluída.

6. Respostas a questionamentos e esclarecimentos exigem consulta, impedindo-nos, por vezes, retorno imediato.



1 comentário