Muito interessante acompanhar a discussão sobre o futuro do livro. Até hoje, a opinião mais sensata foi a de Fabiano dos Santos, do Ministério da Cultura. Para ele, “o livro é um objeto, a leitura é uma atividade”. A grande questão é se os meios digitais ameaçarão a leitura. A resposta está mais perto dos jovens que dos teóricos.
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