Brasil Acesso à Informação
sexta-feira, 25 de maio de 2012 RSS Ouvidoria Fale com o Ministério
« Voltar Imprimir

Blog da Coordenação de Economia da Cultura

Inaugurado espaço para debater o tema e acessar conteúdo especializado

Está no ar o Blog da Coordenação Geral de Economia da Cultura e Estudos Culturais. Por lá, é possível acessar dados, documentos, pesquisas, entrevistas, matérias, além de uma clipagem com informações sobre Economia Criativa no Brasil e no Mundo.

O site é altamente participativo. É um espaço para se debater o tema, levantar novas pautas e pensar em políticas para o setor.
 
A Economia da Cultura se tornou um dos principais eixos na discussão cultural brasileira. Tudo porque a sociedade e o poder público entenderam que um dos eixos para o desenvolvimento dos diversos setores das artes e da cultura passa pelo reconhecimento da área como um vetor econômico, essencial para o desenvolvimento sustentável e cada vez mais importante como agente na geração de renda e empregos. 
 
Em 2009, o Ministério da Cultura criou Coordenação Geral de Economia da Cultura e Estudos Culturais (CGEC). Além de levantar dados, informações e indicadores, o departamento pensa também em políticas estruturadoras para a Economia da Cultura em uma atuação articulada com as secretarias de Estado e Município, outros ministérios, empresas públicas, bancos e fóruns de gestores da cultura.

O blog da Coordenação é um espaço privilegiado para se ouvir essa interlocução. Clique aqui para acessá-lo.

Compartilhe:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • MySpace
  • TwitThis
  • email
  • LinkedIn

Participação do Leitor

Espaço reservado exclusivamente para comentários acerca da matéria ou publicação veiculada nesta página. Solicitação de informações ou dúvidas devem ser encaminhadas por meio do Fale com o Ministério; reclamações ou denúncias devem ser dirigidas para Ouvidoria.

*

max. 1000 caracteres


Regras para comentários:

1. Os comentários terão moderação desta Assessoria de Comunicação.

2. Comentários que fujam ao teor da matéria serão excluídos.

3. Ofensas e quaisquer outras formas de difamação não serão publicadas.

4. Não publicamos denúncias. Nestes casos, serão enviadas à Ouvidoria, que as encaminhará aos órgãos cabíveis.

5. A postagem de comentários com links de matérias não produzidas por este ministério será excluída.

6. Respostas a questionamentos e esclarecimentos exigem consulta, impedindo-nos, por vezes, retorno imediato.



7 comentários

  • José

    17 de maio de 2012

    Classificação Fiscal

  • fatima falcão

    18 de junho de 2011

    Gostaria de saber se o PRODEC ainda existe.
    Se existe, onde está, com quem falar para saber mais sobre ele??
    Por que o blog da economia da cultura está desativado (último post em 2008)
    agradeço o retorno
    Fátima

    RESPOSTA: Fatima, para obter informações encaminhe mensagem no link http://fale.cultura.gov.br/sisouvidor/autoatendimento/cadastro/formularioMensagem.jsp?strSelecao=ouvidoria

  • Simone Guimaraes

    21 de janeiro de 2011

    Prezados senhores

    Gostaria de compartilhar das idéias que já foram apresentadas neste debate e em seguida propor-lhes a discussão da arte como vida. A arte como uma extensão de nossa percepção, como o expontâneo em nós. As condições da arte no Brasil sustentável.
    A arte como sendo uma continuação da espécie, sua preservação em todos os aspectos genuínos e a criação de um banco de reserva financeira para poetas ,músicos, atores,escultores.etc. que teem uma obra relevante para a nossa nação.
    Obrigada

    Simone

    • Fleque

      15 de maio de 2011

      Em países de primeiro mundo não se espera o surgimento espontâneo de artistas não. Estes gênios quando surgem a escola é á primeira a apoia-lo e incentiva-lo criando condições de prosperidade a este. Quantos Patativas do Assaré irão surgir expontâneamente daqui pra frente. E os que surgirem só vão ser conhecidos quando velhos ou depois de mortos. Ser artista não é ser herói! Artista come, e dedica a maior parte da sua vida ao que faz. Ai vem o engomadinho e diz olha que bonitinho. Elogio e apreciação não enche barriga.

  • Fleque

    16 de janeiro de 2011

    Essa questão do fomento cultural está realmente fomentando e fazendo com que alguns profissionais se integrem nesse patamar “fomento”.

    Mas isso ainda está longe de se tornar um sistema sustentável. Acho que deveria-se investir na cadeia produtiva de forma menos filosófica. Na minha opinião:

    1- Regulamentação da Arte como profissão, com regras para trabalho profissional e amador.
    2- Criação de Cursos Universitários de Artes nas micro regiões dos municípios.
    3- Formação para crianças, adolescentes e adultos a partir da escola, tendo a arte curricular e ensinado de forma não filosófica e sim de forma real.
    3- Direito autoral levado a sério não só pela lei, mas também no cumprimento dela.

    RESPOSTA: você pode encaminhar sua solicitação à Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (SEFIC), por meio do endereço eletrônico fomento@cultura.gov.br ou pelo telefone (61) 20242082.

  • Silvana

    9 de dezembro de 2010

    Gostaria de saber mais sobre Economia da Cultura e geração de emptrego e renda
    RESPOSTA, por contate4cultura@gmail.comvocê pode clicar nesse link e conhecer mais sobre o assunto: http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/economia-da-cultura/

  • Vania Maria de Lima

    22 de setembro de 2010

    Prezados,
    Ao ver uma entrevista sobre a economia da cultura com o jornalista Glauber Uchôa, achei o assunto bastante interessante. Gostaria de mais informações á respeito.