sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012 RSS Ouvidoria Fale com o Ministério
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Educação e Patrimônio Imaterial

Ministro Juca Ferreira participa de sessão plenária na Câmara Distrital de Brasília

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, foi um dos convidados de honra da sessão especial da Comissão Geral da Mesa da Câmara Distrital de Brasília, realizada na tarde desta terça-feira, dia 31 de agosto.

A sessão foi marcada para debater a proposta de regularização fundiária da área onde está localizada a Associação Pró-Educação Vivendo e Aprendendo e também para o lançamento da campanha da instituição para ser reconhecida como Patrimônio Imaterial de Brasília.

A escola é dedicada à educação infantil, administrada por uma associação de pais e professores, localizada no Setor de Grandes Áreas Norte, da quadra 604. Possui uma abordagem pedagógica diferenciada, centrada na formação da cidadania dos alunos.

A área onde a escola está localizada vem sendo alvo de disputas com o Clube de Vizinhança da Asa Norte, que reivindica a posse do local e ameaça desalojar a associação educacional.

O ministro Juca Ferreira disse que estava participando do evento na condição de pai de aluno da Vivendo e Aprendendo e pediu empenho dos parlamentares presentes para uma solução negociada ao impasse. Ele destacou a excelência do ensino ministrado na escola e a importância da manutenção de estabelecimentos de ensino com pedagogias voltadas para a formação plena dos cidadãos.

Além da regularização fundiária, os representantes do colégio desejam incluí-lo como bem imaterial da cidade de Brasília, por sua proposta pedagógica de vanguarda. “A educação ministrada na Vivendo e Aprendendo é parte do projeto original planejado para o Distrito Federal por educadores como Darcy Ribeiro e Anísio Teixeira”, comentou Clayton Lira, pai de aluno e membro da associação.

Professores, pais e alunos da escola lotaram as galerias do plenário da Câmara Distrital, realizando um ato público de apoio à instituição.

Dividiram o espaço com uma manifestação de moradores do Cruzeiro que estavam protestando contra a decisão do Ministério Público que determinou a retirada das grades de proteção que cercam os prédios do bairro, por ferirem o projeto urbanístico da cidade.

(Patrícia Saldanha, Comunicação Social/MinC)

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