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sexta-feira, 25 de maio de 2012 RSS Ouvidoria Fale com o Ministério
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II Fórum da Cultura Digital Brasileira

Evento é aberto com o show "Futurível", com Gilberto Gil e Macaco Bong, entre outros

“Esse show é um intervalo entre o primeiro tempo, que foi o Fórum Geopolítica da Cultura e Tecnlogia, e o segundo, o Fórum da Cultura Digital. E o maior propósito hoje é mostrar a diversidade cultural do Brasil”, definiu o cantor e compositor Gilberto Gil, que comandou o espetáculo promovido pelo Ministério da Cultura na noite desse domingo (14), no auditório do Ibirapuera, em São Paulo.

Diversidade de ritmos, sons, linguagens, gerações, marcaram Futurível, que contou com a presença de DJ Tudo e Sua Gente de Todo Lugar, Banda de Pife Princesa do Agreste e do grupo Macaco Bong, além do artista baiano.

DJ Tudo, que abriu a noite, levou ao palco ritmos brasileiros, como o maracatu e o baião, misturados a elementos do funk, do jazz e do dub. Musica eletrônica e instrumentos executados ao vivo pela banda Sua Gente de Todo Lugar. Ao fundo, telas e animações de Giuliano Scandiuzzi, o VJ Scan. Depois do set inicial, Gil se juntou ao grupo para interpretar “Chiclete com Banana” (Gordurinha/Almira Castilho). Na seqüência, recebeu no palco a Banda Princesa do Agreste e puxou “O canto da ema” (Alventino Cavalcanti, Aires Viana e João do Vale).

Sozinha, a Banda de Pife roubou a cena. Enfileirou composições próprias, como “Cadê Maria”, “Os preto do norte” e “Xamêgo de mãe”, e levantou o Ibirapuera com seus sopros e batuques.

No bloco seguinte, o power trio cuiabano Macaco Bong deu contornos de rock-pop à obra de Gil, presente no palco. Juntos, reiventaram hits como “Aquele abraço”, “Cérebro Eletrônico” e “Palco”.

Gilberto Gil saudou o encontro de diferentes gerações e estilos no espetáculo: “É extraordinário dividir o palco com Princesa do Agreste, que é de um tempo bom, não melhor do que esse. Aliás, eles são de uma época em que só era preciso viver bem, não viver melhor”. O artista parabenizou também o trabalho dos jovens artistas que integraram o Futurível: “Essa moçada tem um trabalho extraordinário de recuperar valores antigos. Por que o tempo de hoje precisa desse tempo, se não será tempo que se esgotará”, concluiu.

(Textos e fotos: Anderson Falcão, Comunicação Social/MinC)

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