Pedaços sólidos da história de Belém, os imóveis tombados são verdadeiras dádivas para as lembranças vivas da cidade e uma dor de cabeça para muitos dos seus proprietários. Agora, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cultura, decidiu avançar no processo de tombamento dos bairros Campina e Cidade Velha.
Na teoria, será mais um reforço para a Prefeitura de Belém, que já considera os dois bairros tombados através da lei municipal nº7.709, criada em 1994. Mas e na prática? Será que, finalmente, os nossos prédios históricos poderão descansar em paz?
Atualmente existem dentro do centro histórico 19 bens tombados pelo governo federal, incluídos dois conjuntos arquitetônicos, urbanísticos e paisagísticos, que totaliza em cerca de 800 imóveis protegidos. Com a novidade, passarão a ser 2800 edificações tombadas.
De fato, Belém já é reconhecida como área de aplicação das políticas de preservação, a exemplo dos projetos de recuperação de áreas tombadas Monumenta e agora o Programa de Aceleração do Crescimento das Cidades Históricas. “Mas até então os investimentos priorizavam os monumentos e conjuntos tombados pelo Iphan e seus entornos”, revelou a superintendente do Iphan, Maria Dorotéa de Lima. Leia mais no Diário do Pará.
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