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sexta-feira, 25 de maio de 2012 RSS Ouvidoria Fale com o Ministério
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PC Nossa Senhora do Teatro

Aconteceu nos dias 19, 20 e 21 o espetáculo teatral A saga de Manuel Congo e Marianna Crioula, os heróis da resistência em Comemoração do Dia 20 de novembro – Dia da Consciência Negra no Rio de Janeiro

Uma homenagem mais do que justa!

Marianna Crioula e Manuel Congo

Em face à Comemoração do dia 20 de Novembro, o dia da Consciência Negra no Estado do Rio de Janeiro, O Instituto Nossa Senhora do Teatro Ponto de Cultura encenaram nos dias 19, 20 e 21 de novembro, na Estação Central do Brasil, na Praça Onze e na cidade de Nova Iguaçu, o Espetáculo inédito “A saga de Manuel Congo e Marianna Crioula, os heróis da resistência”, sempre com entrada franca. A encenação contou com a presença de 20 atores profissionais e 50 alunos atores da Oficina Escola de Teatro que fica na Estação de trens Central do Brasil, Ponto de cultura, além dos músicos percussionistas e dançarinos. A montagem com belíssimo figurino, narra a trajetória heróica dos grandes vultos da maior rebelião já promovida no Estado do Rio de Janeiro por Manuel Congo e Marianna Crioula, onde em 1839 formaram um Quilombo no Vale do Paraíba do Sul, exatamente em Paty do Alferes, Estado do Rio de Janeiro e lá abrigaram cerca de mais de 300 escravos fugitivos.

Manuel Congo determinava as ações e a Marianna Crioula, sua companheira, coube a difícil missão de conseguir as armas de fogo, armas brancas, alimento e água para a escapada e inevitável embate futuro, o que fez com a ajuda de outras escravas. No mesmo ano o embate entre senhores de engenho e os escravos aconteceu, sendo parte deles capturados, julgados e condenados, sendo que há ai algumas curiosidades: Mariana Crioula capturada gritava a frase histórica: Morrer Sim, Entregar-se Jamais! Porém foi inocentada por um pedido de alta clemência de sua dona, a Senhora de engenho Francisca Elisa Xavier. Já Manuel Congo foi condenado a pena de morte, enforcado, decapitado e ficou sem sepultamento.

“Usar o veículo do teatro para entreter e acima de tudo informar e formar novos cidadãos, não é questão apenas estratégica, é porque de fato o teatro brasileiro deve exercer esta função: a de também educar, socializar, humanizar, registrando sua história e ser um acalentador de almas”. (Ricardo Andrade Vassíllievitch)

Pesquisa, Texto e direção teatral: Ricardo Andrade Vassíllievitch
Produção e Encenação: Instituto Nossa Senhora do Teatro / Ponto de Cultura
Duração do espetáculo: 40 minutos
Gênero: Drama
Entrada Franca.
Classificação livre.

Contatos: (21) 3773 – 8375 ou (21) 9714-4940 (Ricardo Andrade Vassíllievitch)

Site www.nossasenhoradoteatro.com
E-mail nossasenhoradoteatro@gmail.com
Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=DLfAXxnZZ8g

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1 comentário

  • Antônio Vellarde

    28 de novembro de 2010

    Eu assisti, achei incrível como um grupo nos dias de hoje, tem a coragem de falar sobre a história de nosso povo e não enveredar pelo fácil comércio do teatro, dos besteiróis e outros. parabéns ao grupo, a apresentação no busto do zumbi foi linda!