Produtores e cineastas reivindicam continuidade do mecanismo
ANA PAULA SOUSA
LUCAS NEVES
DE SÃO PAULO
Criada como mecanismo provisório, para tirar o cinema brasileiro da inanição, após a derrocada da Embrafilme, a Lei do Audiovisual tornou-se artigo de primeira necessidade para os produtores e diretores nacionais.
Promulgada em 1993, dois anos pós a Lei Rouanet, a lei voltada ao cinema prevê a possibilidade de abatimento de uma porcentagem do Imposto de Renda devido por pessoas físicas e jurídicas que se disponham a investir em produções audiovisuais.
Mas o mecanismo pode ser extinto, a depender da decisão tomada hoje pelo Congresso Nacional.
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