Com o objetivo de promover o nivelamento das informações e de conhecimentos a respeito do Ministério da Cultura e suas instituições vinculadas, os 204 novos servidores do Ministério da Cultura participaram entre os dias 13 e 15 de dezembro, no auditório do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), em Brasília, do curso de ambientação promovido pela Coordenação de Desenvolvimento de Pessoas do MinC (CDPE).
Estiveram presentes, na manhã de segunda-feira (13), como palestrantes, Cristina Novaes, da Coordenação Geral de Gestão de Pessoas (CGEP), o secretário executivo do MinC, Alfredo Manevy; Américo Córdula, secretário da Identidade e Diversidade Cultural (SID) e Henilton Menezes, secretário de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). Durante a tarde, apresentaram-se Silvana Meireles, secretária de Articulação Institucional (SAI), e Marcos Alves, diretor de direitos intelectuais da Secretaria de Políticas Culturais (SPC).
Na manhã desta terça-feira (14), abrindo o segundo dia do curso de ambientação, o ministro Juca Ferreira destacou o esforço da pasta nos últimos oito anos para romper com a tradição de que a cultura é somente a produção no campo das artes. “Tudo o que o brasileiro faz é cultura brasileira, não só as manifestações culturais tradicionais. Pouco importa se veio com os portugueses, com os africanos; se já existia aqui com os povos indígenas, se veio nas levas de imigrantes ou se veio nas últimas décadas através da comunicação de massa. Tudo é constituído como manifestação cultural e interessa ao Ministério da Cultura”, disse.
Juca Ferreira também salientou que essa ampliação do conceito de cultura fortaleceu o caráter “republicano” do ministério, incluindo no seu campo de ação toda a sociedade. “Essa construção existe porque houve uma mudança de paradigma no Ministério. Tivemos que abrir esse processo de diálogo com o conjunto cultural brasileiro. Colocamos o próprio conceito de cultura em discussão. Por isso, hoje, vários segmentos sociais se sentem representados pelo ministério. A memória não pode ser apenas a memória da Casa Grande, temos que trazer a memória da Senzala também. Não é só o monumental que é cultura”, reforçou.
Após o ministro, apresentaram-se, na manhã de hoje (14), Newton Cannito, secretário do Audiovisual (SAV), Bruno Melo, gerente de Cooperação e Assuntos Bilaterais, da Diretoria de Relações Internacionais (DRI), Eduardo Ballarin, da Diretoria de Gestão Externa (DGE), e Humberto Cardoso, da Diretoria de Gestão Interna (DGI).
O encontro abordará também a ética como instrumento de combate à corrupção, com a presença de Izabela Correia, da Controladoria Geral da União (CGU), e Leila Portugal, da Consultoria Júridica do Minc. No último dia, as representantes da Assessoria Especial de Controle Interno (AECI), Verônica Souza e Valéria Antunes, falarão sobre Controle Interno e Externo e assuntos da Ouvidoria. O encerramento ficará por conta de Sergio Pinto, da Associação dos Servidores do Ministério da Cultura.
(Texto: Juliana Nepomuceno e Marcelo Leal, Comunicação Social/ MinC)
(Fotos: Pedro França)
Participação do Leitor
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