O episódio da nomeação e da subsequente queda de Emir Sader na presidência da Fundação Casa de Rui Barbosa pode inaugurar um novo momento na reflexão sobre as Políticas Culturais no país.
Não é novidade que o Ministério da Cultura tornou-se palco de conchavos e cobiça partidária desmedida. Também não é de hoje que, no campo cultural, enfrentam-se os marxistas “old fashioned” (ou “marxistas parnasianos”, na expressão do crítico literário Luiz Costa Lima) e os defensores de uma visão mais abrangente da atividade cultural.
(A íntegra do artigo está na edição do jornal Folha de S. Paulo do dia 03/03/2011)
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