Em relação a boatos, inclusive grosseiros, de que um suposto sobrinho da ministra Ana de Hollanda integraria a produtora ligada ao projeto da cantora Maria Bethânia, aprovado para captar recursos pela Lei Rouanet, o MinC afirma que:
O sócio em questão não é parente da ministra. Se o fosse, um fato desmonta qualquer acusação de favorecimento ao suposto sobrinho e à cantora: os primeiros registros da proposta no MinC são de outubro do ano passado – época em que nem sequer a eleição presidencial estava definida.
A falsa acusação de parentesco também se desmonta: pela Lei Civil, o citado sócio não é sobrinho e nem pode ser considerado parente. Sua ligação é de quinto grau. Portanto, como todo e qualquer cidadão, ele pode legitimamente concorrer à Lei Rouanet. Cabe destacar que a empresa proponente foi quem escolheu a produtora da qual ele é um dos sócios.
Some-se a isso, além de tudo, o fato de que a aprovação do projeto se deu por comissão composta por representantes de entidades públicas, artísticas, empresariais e da sociedade civil de todas as regiões do país, cujas reuniões são transmitidas ao vivo pelo site do MinC e acessíveis a todos os cidadãos interessados.
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