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sexta-feira, 25 de maio de 2012 RSS Ouvidoria Fale com o Ministério
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Nota de esclarecimento

MinC repudia insinuação de que seus integrantes atendam a interesses ilegítimos ou ilegais

Sobre a matéria veiculada na edição de 03/05/2011 do jornal O Globo, o Ministério da Cultura esclarece que:

1. Repudia quaisquer insinuações de que seus integrantes atendam a interesses ilegítimos ou ilegais;

2. Os profissionais que trabalham na Diretoria de Direitos Intelectuais do MinC têm larga carreira no serviço público, com atuação baseada em princípios como a legalidade, a transparência e o espírito público. É com o respaldo dessa equipe que, nos últimos meses, dirigentes da pasta vêm defendendo, em declarações públicas, o imperativo de supervisionar as atividades de gestão coletiva, dentro dos limites constitucionais;

3. Nessa reta de finalização do anteprojeto que atualiza a Lei de Direitos Autorais, é papel do MinC ter interlocução com todos os segmentos envolvidos no tema. Isso não significa, de maneira alguma, dar abertura para quaisquer tratativas que não as estritamente permitidas e recomendadas pela ética; e

4. Foi neste entendimento que o MinC retomou o debate em torno do texto do anteprojeto enviado à Casa Civil em dezembro –até então desconhecido da sociedade– responsabilizando-se por, pela primeira vez, torná-lo do conhecimento publico. De forma transparente e democrática, abriu a possibilidade a todos os interessados de enviarem sugestões ao texto.

Assessoria de Comunicação Social
Ministério da Cultura

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6. Respostas a questionamentos e esclarecimentos exigem consulta, impedindo-nos, por vezes, retorno imediato.



11 comentários

  • Yvan Vasquez

    3 de maio de 2011

    O que dá a entender aqui é que a atual Gestão rompeu de vez com a gestão anterior, rompeu com o governo Dilma e perdeu qualquer noção de bom senso ao agir com má fé e dizer que as contribuições anteriores ao projeto pela Internet não eram suficientemente conhecidas e que só agora, por meio de consulta por email é tudo mais transparente?!

  • Foo

    3 de maio de 2011

    Como assim, “desconhecido da sociedade”?

    O projeto ficou anos sob consultant publica, inclusive disponivel na Internet.

    Agora eles fazem uma consulta a portas fechadas e dizem que retomaram o debate?

    E’ muita cara de pau.

  • Carlos Augusto Pires

    3 de maio de 2011

    Defender o ECAD e esmagar os fãs, ouvintes e defensores da livre cultura está ficando mais difícil, né ministra?

    Outra heresia do Minc: dizer que a consulta da lei no governo do Lula era desconhecido. Não lembro de ver a nova proposta da ministra do ECAD ser colocada também para consulta pública.

    Ela consultou alguém (do povo ou do governo) para mudar a licença do site para copytight?

  • Leonardo Oliveira

    3 de maio de 2011

    O que a materia do O Globo deflaga é seríssimo. As ações do atual MinC não condizem em nada com o “espírito público”. E não respondem ou se isenta adequadamente a nada visto nas trocas de e-mails postas na materia.
    O Novo minC é lamentável!

  • Jose Fernandes de Souza Filho

    3 de maio de 2011

    Pelo texto da nota de esclarecimento a direção atual do MinC está acusando a administração do Presidente Lula de não ter sido democrática nem transparente, não dando conhecimento público aos projetos da pasta, é isto mesmo?
    Pelo menos foi o que compreendi com o texto da nota.

  • Renan Becker

    3 de maio de 2011

    O que diabos é um “espírito público”? Cada o tal estado laico?…

  • Thiago

    3 de maio de 2011

    Duas discordâncias principais:

    1 – O projeto da reforma da LDA tinha conhecimento popular, já que houve muita participação popular em sua composição.

    2 – a nova consulta não é nem democrática, nem transparente.

    Triste MinC!

    RESPOSTA: Conforme está expresso nas regras dos comentários, a postagem de links para matérias não produzidas por este ministério é excluída.

  • Maria Beatriz Coelho

    3 de maio de 2011

    O debate não era desconhecido pela sociedade. Pelo contrário. Foi amplamente debatido por muitos anos.

  • Malibu

    3 de maio de 2011

    Sarney também tem larga carreira experiência no serviço público.

  • Yvan Vasquez

    3 de maio de 2011

    Debate desconhecido pela sociedade?! Forma transparente e democrática?!

    Debate desconhecido só se for das polêmicas que envolvem o ECAD, que agora todo mundo conhece melhor.

    E não tem nada de transparente e democrático neste tapetão da Consulta Pública, que jogou fora o antigo modelo na web e que agora é por email onde ninguém vê a contribuição dos demais.

    Desse jeito tudo vai acabar ficando do jeito que os “amigos” da Ministra querem.

  • felipe ribeiro

    3 de maio de 2011

    Esta nota de esclarecimento não corresponde às ações do atual Ministério da Cultura. A Reforma da Lei – da qula deriva este anteprojeto – já era de conhecimento da sociedade tendo sido colocada em consulta legitimamente pública e recebendo mais de 8000 sugestões, todas também disponíveis para consulta na pagina do MinC, o que possibilitou um debate maduro no sociedade.
    A opacidade da atual gestão do MinC nos pede sugestões em “formulário específico em word” e com utilização de artigos jurídicos. Usa novamente o âmbito jurídico não para defender a sociedade, mas para apartar quem detém o saber jurídico de quem não o tem. É, pois, uma atitude elitista segregadora e preconceituosa com o discurso que não se embasa juridicamente. Também, age como se a Lei vigente fosse um ente dado e imutável, único enquadramento possível para se fazer sugestões. Esse próprio requisito já coloca a sua falta de desejo de mudança e demonstra o quanto essa consulta, ao contrário da anterior, é mera retórica.