Governo encampa a tese de desenvolvimento da Economia Criativa, promovendo políticas públicas para artistas e inovadores em geral
Os poucos consagrados brasileiros que estão nesta semana em Cannes, para o festival de propaganda, não são os únicos a lucrar com a criatividade no país. Profissões de diversas linhas, como artes visuais, audiovisual, desenvolvimento de softwares, arquitetura, design, gastronomia, moda, cartoons, entre várias outras que têm nas ideias a fonte fundamental de eficiência, têm levado o Brasil a lucrar bilhões de dólares aqui dentro e em exportações.
Essa efervescência mundial é chamada de Economia Criativa, porque se distingue da economia tradicional – aquela em que quem detém os meios de produção tem a fonte da riqueza. Na economia criativa, o capital intelectual é o fator primário. O que caracteriza um produto criativo, segundo alguns estudiosos, é que seu preço é dado por sua dimensão simbólica.
(A íntegra da matéria está no site do IG, 21/06/2011)
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