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Brasil persegue os bilhões da criatividade de seus negócios

IG, Danilo Fariello, em 21/6/2011

Os poucos consagrados brasileiros que estão nesta semana em Cannes, para o festival de propaganda, não são os únicos a lucrar com a criatividade no país. Profissões de diversas linhas, como artes visuais, audiovisual, desenvolvimento de softwares, arquitetura, design, gastronomia, moda, cartoons, entre várias outras que têm nas ideias a fonte fundamental de eficiência, têm levado o Brasil a lucrar bilhões de dólares aqui dentro e em exportações.

Essa efervescência mundial é chamada de Economia Criativa, porque se distingue da economia tradicional – aquela em que quem detém os meios de produção tem a fonte da riqueza. Na economia criativa, o capital intelectual é o fator primário. O que caracteriza um produto criativo, segundo alguns estudiosos, é que seu preço é dado por sua dimensão simbólica.

Microempresários e empreendedores autônomos foram os principais atores para fazer o valor de bens criativos exportados pelo Brasil disparar de US$ 740 milhões para US$ 1,2 bilhão em 2008, segundo a UNCTAD. Em todo o mundo, o volume de bens e serviços criativos que circulou pelas fronteiras chegou a US$ 400 bilhões em 2008. Do que saiu do Brasil como produto criativo estão, por exemplo, as o design produzido pelos irmãos Campana, as propagandas nacionais em Cannes ou o desenho do Peixonauta.

(A matéria na íntegra está no site do IG, no dia 21/6/2011)

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