Presidente da Funarte defende troca de idéias, revela que a casa está com as contas em dia e fala de projetos que incluem Minas no mapa do MinC. Ministra vem a BH semana que vem
Pela primeira vez desde que a presidente Dilma Rousseff assumiu o governo, um representante do Ministério da Cultura (MinC) vem em caráter oficial a Minas. E essa tarefa coube justamente a um mineiro, o ator Antônio Grassi, de 57 anos, que preside a Fundação Nacional de Artes (Funarte). Juntamente com o secretário executivo do MinC, Vitor Ortiz, ele se reúne hoje pela manhã com artistas, técnicos e outros profissionais de diferentes segmentos artísticos do estado para debater sobre as demandas e as políticas públicas para cada setor. Na semana que vem, é a vez de a ministra Ana de Hollanda debutar em atividades culturais por aqui. Nos dias 14 e 15, ela vai conhecer o Circuito Cultural da Praça da Liberdade e o Museu de Artes e Ofícios, na Praça da Estação.
No sábado, Ana visitará Inhotim, em Brumadinho, na região metropolitana. Em entrevista ao Estado de Minas, Grassi, que chegou a presidir a Funarte entre 2003 e 2007, na gestão do então ministro Gilberto Gil, adiantou que Minas tem papel extremamente importante na cultura do país e destacou algumas frentes de ação para o estado, inclusive, a maior ocupação da sede da entidade em Belo Horizonte, na Casa do Conde.
(A íntegra da matéria está no site do jornal O Estado de Minas, de 08/07/2011)
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