O que movimenta o mundo de hoje, a velha economia industrial baseada em mão de obra e produção barata, ou a economia criativa, que gira em torno do talento e da inovação constantes, além da geração de novos modelos de negócios? É sabido que estamos longe de excluir o primeiro modelo.
Mas a partir de hoje, às segundas feiras, o Brasil Econômico vai publicar reportagens sobre as melhores iniciativas, sejam de governos ou de empresas, que estão alinhadas com a economia do futuro. O pontapé inicial é dado pelo executivo Adolfo Melito, que está à frente do Conselho de Economia Criativa da Federação do Comércio (Fecomercio) que, apesar de otimista em relação ao potencial criativo do Brasil, mostra que o país ainda perde muitas oportunidades por causa de ações desastradas cometidas no passado.
O Brasil é um país criativo? O Brasil tem potencial para ser um país criativo, mas não é. Temos que engajar mais as pessoas e melhorar, de maneira significativa, o nível de educação, além de explorar os processos de criação.
Brasileiro é criativo sim, mas na fantasia. Se não conseguirmos implementar o que é pensado, não geramos inovação.
O índice baixo de implantação de ideias no país é muito baixo.
(A matéria na íntegra está na edição do jornal Brasil Econômico, no dia 18/07/2011)
O profissional criativo quer…
A economia criativa é fruto do engajamento e não da obediência.




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