Na última Semana Nacional dos Museus, realizada no mês de maio, os museus recifenses estavam preparados para receber excursões das escolas públicas, mas não havia ônibus disponíveis para fazer o transporte dos alunos. Mesmo com o roubo do quadro de Portinari ano passado do Museu de Arte Contemporânea, em Olinda, as salas da instituição continuam sem câmeras de segurança. O Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam) ficou dois anos fechado para reforma.
Notícias como essas mostram o descaso com estes instrumentos poderosos de educação e cultura. Ainda assim, Cristina Bruno, professora titular em Museologia do MUSEU de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP), diz que os museus brasileiros estão avançado com relação ao cumprimento do seu papel social. “Quando eu comecei na museologia, tinham poucos livros nacionais disponíveis, agora já tenho algumas prateleiras em casa só com autores brasileiros”, diz.
(A íntegra da matéria está no jornal Diário de Pernambuco do dia 12/08/2011)
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