Foram apenas oito meses à frente do Ministério da Cultura (MinC), porém tempo suficiente para que a ministra destaque1′>ana de hollanda enfrentasse mais críticas e polêmicas do que muitos em quatro anos de gestão. Apesar das turbulências e duras acusações, como o envolvimento com o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) de direitos autorais, a cantora e ministra preferiu manter a reserva, sempre distante dos holofotes.
O comportamento discreto provocou incertezas sobre a posição da pasta a respeito de temas em voga, como as reformas da Lei Rouanet e do direito autoral. Também ainda não está claro, para o mundo da cultura, quais seriam as propostas e o estilo de governo da ministra, que tem a missão de imprimir sua marca sem revogar as das administrações também petistas de Gilberto Gil e Juca Ferreira, últimos ocupantes do posto.
(A íntegra da matéria está na edição do jornal Valor Econômico do dia 02/09/2011)
Participação do Leitor
Espaço reservado exclusivamente para comentários acerca da matéria ou publicação veiculada nesta página. Solicitação de informações ou dúvidas devem ser encaminhadas por meio do Fale com o Ministério; reclamações ou denúncias devem ser dirigidas para Ouvidoria.