A capa do Le Soir destacou a música, que na matéria propriamente dita se viu representada pelas tendências atuais [Tulipa Ruiz, Céu e outros] e por nomes consagrados [como Gismonti e Tom Zé, dentre outros]. Novas bossas e sambas de ontem e hoje, em síntese, afirmou que a música brasileira é conhecida no mundo todo graças a alguns artistas indiscutivelmente criativos das últimas décadas.
Já no caderno de Cultura, foi a vez de a exposição Brazil.Brasil ocupar página inteira. A metamorfose do Brasil conta que a mostra que abriu o festival põe a cultura verde-amarela numa perspectiva histórica ao percorrer um longo caminho, que vai do academismo europeu ao modernismo brasileiro.
Uma terceira reportagem do jornal retrata o cinema brasileiro nas lentes do diretor Walter Salles, apresentado ali como A energia do desespero. Sua importância é defendida como alguém que revela a miséria social e as carências ainda no nível das necessidades básicas próprias e, ao mesmo tempo, a celebração.
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