Chegou o momento de promover uma virada decisiva em nossa agenda cultural. Debate oportuno, sobretudo, porque celebramos neste 5 de novembro o Dia Nacional da Cultura. Momento de consolidar conquistas anteriores. Mas, principalmente, de ir além disso, para encarar um desafio urgente. O desafio de dar sustentabilidade à alta criatividade brasileira.
Como sempre friso, a arte não existe sem o artista. E “o artista” não é uma ficção teórica. É uma pessoa, um indivíduo, que vive de sua criação – e é na criação que o ser humano encontra sua forma mais livre de se expressar. Para investir na criação, é preciso investir no artista. Sublinho estas coisas óbvias por um motivo simples. Porque temos um imenso problema para resolver.
(A íntegra do artigo está na edição do jornal O Globo do dia 04/11/2011)
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