Nesta sexta-feira, 25 de novembro, foram realizadas mais quatro oficinas na Arena Code. Mediadas pela equipe da Secretaria da Economia Criativa, o espaço buscou o compartilhamento de informações e a análise e estudo de casos bem sucedidos em economia criativa e conteúdos digitais.
Na oficina Metodologia de produção de dados estatísticos sobre a economia criativa, Aurilio Calado, da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap), e Fred Barbosa, do Ipea, falaram sobre a importância de se mensurar os números sobre a economia da cultura para redimensionar melhor as ações e a eficiência na aplicação de recursos públicos.
Já na oficina sobre Pólos Criativos, Joana Mendonça, do Porto Digital, e Maria Cristina, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, discutiram o papel dos Arranjos Produtivos Locais (APLs)e a institucionalização de pólos e territórios criativos como estratégia de desenvolvimento local e regional para o país.
Para falar sobre Incubadoras vieram à Arena Code Vítor Santana, da ONG Contato de Minas Gerais, e Luis Henrique, da Incubadora de Arte e Cultura da Universidade de Brasília. As incubadoras promovem a gestão sustentável de empreendimentos criativos e para Henrique o “artista se preocupa com a arte e não com a gestão”. Ele acredita que é preciso mostrar ao criativo que a criatividade pode virar negócio rentável.
Leonardo Rossato, do Fora do Eixo, e Regilane Fernandes, do Ministério do Trabalho e Emprego, discutiram o papel da
economia solidária na oficina Empreendimentos Colaborativos. Também foi debatido a formação de redes e coletivos ao fomento aos criativos brasileiros e as tecnologias sociais colaborativas para a produção, circulação e distribuição de bens e serviços culturais.
Palco Convergência
Terminando as atividades da Arena Code, Pablo Ortellado, da Universidade de São Paulo, e Allan Rocha de Souza, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, discutiram os Marcos Regulatórios da Economia Criativa. Para eles, o principal entrave na circulação de bens e serviços culturais no país são as leis de propriedade intelectual e direitos autorais.
No final da tarde, houve o encerramento oficial da II Conferência do Desenvolvimento com a mesa “Educação, Cultura e Desenvolvimento, com a presença do presidente do Ipea, Márcio Pochmann.






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