A sanfona era tradicionalmente um instrumento aprendido dentro da família, fosse com o pai, um tio, padrinho ou avô. “Muitas vezes era como um jogo. O pai tinha o instrumento, mas não deixava a criança pegar. Aí os meninos geralmente começavam a tocar escondido, até que alcançavam um nível e o pai começava a ensinar. Era como se fosse um teste, para ver se o menino queria mesmo tocar”, conta o pesquisador de sanfona Leo Rugero. Com a rotina mais pesada das cidades, essa tradição foi se perdendo. Para popularizar o aprendizado do instrumento, o Ponto de Cultura do Parque Aza Branca, em Exu, mantém escola para 24 crianças, dos oito aos 16 anos, ensinando sanfona, triângulo e zabumba.
(A íntegra da matéria está no site do Diário de Pernambuco, em 17/12/11)
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