Com a finalidade de possibilitar maior agilidade na tramitação de projetos que serão contemplados em edital dos Correios, o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), firmou nesta quarta-feira, 25, acordo de cooperação técnica com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
A assinatura ocorreu durante a cerimônia de reabertura do Museu Nacional dos Correios, em Brasília, com a presença do presidente da instituição, Wagner Pinheiro de Oliveira, do secretário da Sefic, Henilton Menezes, e do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Junior, que representou a ministra da Cultura, Ana de Hollanda.
Segundo Henilton Menezes, “a parceria é a continuidade da iniciativa do MinC em se aproximar das empresas estatais, sobretudo no que diz respeito ao desenho dos editais e do uso dos incentivos fiscais da Lei Rouanet, o que permite um alinhamento entre as políticas públicas do Governo Federal para a cultura com as ações de patrocínio cultural dessas instituições”.
Com o acordo, os projetos pré-selecionados pela comissão de seleção dos Correios serão submetidos à análise do MinC, em caráter prioritário, visando ao cumprimento do cronograma de etapas do edital.
O edital dos Correios está com inscrições abertas até o dia 1º de março, em sua página eletrônica (www.correios.gov.br) contemplando os segmentos culturais de Dança, Teatro, Artes Visuais, Artes Integradas, Audiovisual, Humanidades e Música. A seleção visa ao patrocínio de projetos que comporão a programação das unidades culturais do Rio de Janeiro, de Recife, de Salvador, de Fortaleza, de Juiz de Fora e de Brasília.
Depois da cerimônia de assinatura do acordo de cooperação com o MinC e reabertura do Museu Nacional dos Correios, , os convidados visitaram três exposições: A Natureza em Selos, que exibe selos brasileiros que retratam a fauna e a flora do Brasil; Correios: um diálogo com Vilém Flusser, inspirada no texto “Cartas”, do próprio pensador; e Mestre de Gravura, uma coleção da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), que apresenta 171 gravuras de artistas como Rembrandt, Dürer, Goya, Piranesi e Hogarth.
(Texto: Caroline Borralho, Sefic/MinC)
(Fotos: Caio Melo, dos Correios)
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