O secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, Sergio Mamberti, esteve ontem (06), às 23h30, na abertura da Campus Party, que tem o apoio do MinC, por meio da Lei Rouanet. O evento, que acontece no Parque Anhembi, em São Paulo, até o dia 12 de fevereiro, espera reunir, nesta edição de 2012, cerca de 7 mil “campuseiros”, como são denominados os participantes do maior acontecimento tecnológico do mundo nas áreas de inovação, ciência, cultura e entretenimento digital.
Na ocasião, Mamberti, depois de saudar os participantes, as autoridades presentes e os organizadores do encontro, lembrou que o MinC produziu um documento especial para contribuir com os debates durante o evento. “Além do apoio à realização deste acampamento, o MinC se coloca como interlocutor, participando ativamente do debate sobre o paradigma digital que queremos, na busca pela construção de um modelo de economia digital criativa que atenda as expectativas e anseios de nossa comunidade. Desejamos a todos os campuseiros bons debates”, afirmou o secretário.
Campus Party
Realizada no Brasil desde 2008, a Campus Party foi criada em 1997, na Espanha. O evento tem como objetivo proporcionar, nos 64 mil metros quadrados do Anhembi, debates, oficinas e palestras a respeito da cultura digital, possibilitando interação, compartilhamento e produção de novidades na área.
A exemplo das edições anteriores, a Campus Party Brasil 2012 trará, além de todas as palestras, oficinas e debates, algumas centenas de horas de conteúdo relevante e atualizado, competições de games, além das principais estrelas da internet brasileira e jovens empreendedores.
Confira aqui o documento do Ministério da Cultura sobre o tema.
(Fonte: Site oficial da Campus Party, com informações da Representação Regional do MinC em São Paulo)
(Fotos: Mônica Fonseca Severo, RRSP/MinC)
Participação do Leitor
Espaço reservado exclusivamente para comentários acerca da matéria ou publicação veiculada nesta página. Solicitação de informações ou dúvidas devem ser encaminhadas por meio do Fale com o Ministério; reclamações ou denúncias devem ser dirigidas para Ouvidoria.