Economia criativa como norte da cultura
II Fórum Potiguar de CULTURA, ocorrido ontem, trouxe ao debate a inserção dos agentes no mercado econômico
sergiovilar.rn@dabr.com.br
Encontro contou com a presença de diversos segmentos culturais do estado.
Se no primeiro Fórum Potiguar de Cultura a política pública foi o tema-chave do evento, nesta segunda edição, ocorrida ontem, Economia Criativa ” foi a expressão da vez. Não por acaso estava lá a titular da pasta da Secretaria da Economia Criativa do Ministério da Cultura, Luciana Guilherme. E o assunto gera curiosidade. Ainda é novidade. Ainda é a fórmula pela qual se estuda a cultura inserida no mercado econômico, ou seja, fala de dinheiro, bufunfa, dindin. É o que interessa a boa parte da classe artística desprestigiada do Estado potiguar.
O auditório do IFRN Cidade Alta alternou entre semi-lotado e metade dos assentos preenchidos. Muito entra e sai de artistas, produtores e gestores. E uma participação heterogênea, em parte. Estavam lá muitos músicos, já organizados em um fórum particular e em cooperativa. A classe teatral também esteve bem representada, sobretudo quando estão em processo de organização do seu próprio fórum. Uns gatos pingados no audiovisual, outros do artesanato, um (ou outro) das artes plásticas e, da literatura…
(A íntegra da matéria está na edição do jornal Diário de Natal do dia 29/02/2011)
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