O Globo, Coluna Negócios e Cia, em 03/01/2012
A Economia da Cultura, ao lado da Economia do Conhecimento (ou da Informação), integra o que se convencionou chamar de Economia Nova, dado que seu modo de produção e de circulação de bens e serviços é altamente impactado pelas novas tecnologias, é baseado em criação e não se amolda aos paradigmas da economia industrial clássica. O modelo da Economia da Cultura tende a ter a inovação e a adaptação às mudanças como aspectos a considerar em primeiro plano. Nesses setores a capacidade criativa tem mais peso que o porte do capital. O Ministério da Cultura utilizará este espaço para linkar, publicar e conversar sobre o assunto.
O Globo, Coluna Negócios e Cia, em 03/01/2012
Brasil Econômico, Thais Moreira, em 02/01/2012

Último dia do encontro discutiu educação, audiovisual e cultura digital

Último dia de evento reuniu especialistas para falar sobre economia criativa e desenvolvimento

Seminário discutirá os graus de uso da mídia em formato digital e Internet
Publicação reúne dados compilados pela Coordenação Geral de Economia da Cultura e Estudos Culturais
Inaugurado espaço para debater o tema e acessar conteúdo especializado
Evento que aconteceu em Recife na semana passada atraiu mais de 250 mil pessoas aos shows e realizou mais de mil rodadas de negócio
Conheça os principais aspectos da oferta e da demanda de bens e serviços culturais, a posse de bens duráveis relacionados à cultura pelas famílias brasileiras e, os gastos públicos com cultura, e o perfil socioeconômico da mão-de-obra ocupada em atividades culturais, consolidados nacionalmente.
Volume III dos ‘Cadernos de Política Cultural’, por Frederico A. Barbosa da Silva